Hoje trago a vocês um play do Pink Flamingos, uma banda meio "esquecida" da cena powerviolence, apesar de antiga.
Formada em Berlim, por Carsten Kissler na bateria, Jens Walter no baixo e Lars na guitarra e vocal (todos os integrantes eram da banda SM-70, uma das precursores da música extrema na região), estiveram na ativa entre 1992 e 1997, lançaram apenas alguns splits (inclusive um com o Man Is The Bastard, lançado em 1993 pelo selo alemão Farewell Records) e dois EP's, um deles é este que trago hoje aqui!
"Poppin' Eye Effect" foi e segundo (e último) EP da banda, lançado (cerca de apenas 1600 cópias) em 1996 pelo selo Thought Crime Records, traz 13 sons de um poerviolence no pé do hardcore/fastcore, na mesma pegada de bandas como Hellnation e Fuck On The Beach. A banda faz um som agressivo e rápido, lembrando as vezes até mesmo o Yacopsae em sua fase mais "tosca e primitiva", com linhas simples e músicas diretas, sem muita variação.
O EP é curto e direto, são blast beats quase que sem trégua, acompanhados de uma guitarrinha estridente e rápida, combinando bem com o vocal desesperado de Lars. Às vezes o EP até termina sem você nem perceber direito, meio que obrigando você a escutá-lo mais e mais vezes seguidas, destaco a faixa "Sink Down In ChaosApesar", pra mim, a melhor de todo o disco. A banda possui um cd discografia lançado há alguns anos, irei postá-lo aqui mais pra frente.
E apesar da semelhança com outras bandas, o Pink Flamingos deve agradar fãs do Hellnation, Infest e claro, de música rápida!
Tracklist:
Pink Purple
Stalker
New Chains For The Poor
Control
Mines
The Big Nothing Crawls
Sink Down In Chaos
Mind Shredder
Death Factory
Download!
30 de nov. de 2011
29 de nov. de 2011
Knuckle Scraper- Max Isn't The Bastard
Originária de Houston, Texas formada no ano de 2004, o Knuckle Scraper teve uma curtíssima trajetória que durou pouco mais de um ano... a banda, composta por 3 integrantes traz nomes conhecidos da cena Grindcore/Powerviolence Texana, são: Mike Teherani (50/50), Beau Beasley (Insect Warfare) e Alex Hughes (Hatred Surge) um ponto em comun é que os três integraram a banda Machine Gun Romantics... Porem Knuckle Scraper veio com uma proposta totalmente diferente de seu antecessor, já não se valendo tanto da insanidade e sim do peso e velocidade, que acaba lembrando bandas como Spazz (inclusive o nome "Knuckle Scraper é uma musica do Spazz), Infest e Crossed Out... outro ponto curioso é que, é claramente notável a contribuição que a banda trouxe a Alex Hughes para definir o som do obscuro Hatred Surge"Max Isn't the Bastard" é o primeiro EP da banda, lançado no ano de 2005 pela 625 Thrashcore Records... tanto o nome quanto a capa fazem uma clara alusão ao lendário Man is the Bastard, mais o que encontramos ao ouvir a primeira faixa é uma voz já popularizada pelo Spazz se auto entitulando... "Gulf Coast Powerviolence!!" dai pra frente é absurdo a velocidade com a qual os sons começam e terminam, a banda é precisa o som é denso e empolgante são três vocais se alternando constantemente em meio a furiosos blast beats e as pesadas linhas de guitarras, são 12 sons que se passam em pouco mais de 5 minutos! No final a impressão é ter ouvido duas ou três musicas apenas! O conteúdo das letras é variado, seguem no encarte do álbum que vai juntamente com o arquivo!
Particularmente o único defeito que vejo na banda é que realmente lembra muito o Spazz (mais denso e pesado) o que acaba não trazendo muita novidade aos que estão habituados ao género, mais é uma das minhas bandas favoritas e recomendo forte!
Tracklist:
Gulf Coast Power Violence
Swollen Finger
Dona Thrash
C.T.L.D.
Alex Hughes Sings The Blues
Pizza Suicide
Wakari Masu Ka
Terminal
Max Isn't The Bastard
Dissin' The Fuzz Never Gets Old
Mo' Money, Mo' Problems
Big Man
Download!
27 de nov. de 2011
Despise You - West Side Horizons
Diretamente de Inglewood, California. apresento a vocês o Despise You, um dos principais grupos da chamada "segunda onda" do powerviolence californiano (west coast). Formado em 1995 e em atividade até hoje, contam com Chris Elder (creditado nos cds como Alex Morales, e dono da Pessimiser Records) no vocal, Frank Acevez na bateria, Jose Morales na guitarra e Leticia Perez no baixo e vocal, pelo que consegui de informações, a banda permanece com esta mesma formação até hoje, com a diferença de que Leticia divide os vocais com Alex e deixou o baixo nas contas de Chris Dodge (Low Threat Profile, Lack Of Interest e bom, já sabem as outras bandas dele né?). Recentemente lançaram um split com o Agoraphobic Nosebleed e ainda mais recentemente (em Setembro) estiveram em tour com o Magrudegrind.
A banda faz um som rápido e com muito peso, na mesma pegada do Capitalist Casualties e Crossed Out, as letras trazem fortes críticas contra a sociedade, o governo e os abusos de poder da polícia americana. O vocal de Alex é furioso e às vezes chega a lembrar um pouco o de Andrew Beattie (Low Threat Profile, No Comment, Man Is The Bastard). O que mais me impressiona no Despise You realmente é a violência de algumas músicas, a bateria disparando blast-beats faz toda a diferença no som dos caras, às vezes o som dá uma quebrada total de ritmo, ficando um pouco mais lento para depois partir para a desgraça novamente.
Neste álbum temos um punhado de tudo que a banda havia lançado até 1996, temos aqui músicas de splits de bandas como o Man Is The Bastard (por algum motivo esse split nunca lançado), Crom, PCP Scapegoat, Suppression e Stapled Shut, mais músicas das coletâneas "Left Back/Let Down Compilation Double" e "Reality Part #1 Compilation" e uma música não lançada, ao todo são 62 sons e 44 minutos de brutalidade sonora para os amantes do gênero!
As músicas do álbum encontram-se em ordem cronológica decrescente, ou seja, as primeiras músicas são as "mais recentes" e as últimas são as músicas mais antigas do grupo, e algo a se destacar são os covers que a banda toca neste álbum, os caras vão de Possessed (!!!) à Beowülf e Circle Jerks à D.R.I. em versões completamente brutais (principalmente a do D.R.I., e nem sou fã da banda) e sem perder a identidade original da música, coisa que poucas bandas conseguem fazer ao tocar covers.
Enfim, se você gosta de som rápido, pesado e sem frescura, o Despise You é a pedida perfeita!
Tracklist:
Unreleased split LP with Man Is The Bastard
Culpa Mia
Divisions
It's All In God's Hands Now
In My Abscence
Lagrimas
Two One Three
Cut Your Arms - Solves A Lot
Bullshit Reflection
My West Side Horizon
You Make A Good Follower
High And Defenseless
Stupid Routines
One More Rosary
Burning In Hell (Possessed)
Thirty-One Days Of Rain
Split 7" with Stapled Shut
Passive Position
I End Me
Portrait
Lost And Losing
No More... Feelings
Euphoric Confusion
Been Lead
Left Back/Let Down Compilation Double 7"
Hand Me Down Existencia
Shit Trait
Glasgow Relocation
Couch Slouch (D.R.I.)
Random Salvation
Encontraran Orto You
Unmoved / Complacent
Career Overview
Imajinate Que It's Fine
PCP Scapegoat 7"
Pig Mindset
Puppet
If We Could Switch
Pacification Attempt
De Volada Decision
Loathe
Decline / Demise
Llevame
Past Reasons
PCP Scapegoat
Cesar Chavez
Guess
Guilty View
Split 7" with Suppression
Busted Outlook
When You Fail
Nel Interesa
In Your Eyes (Circle Jerks)
Say You Felt This Way
Ensename Myself
Caring Less
Seen The Lines
Reality Part #1 Compilation 7"
Copied Demise
Split 7" with Crom
Swing And Cease
...And Always Gets Her Way
Born In The Dirt / Raised In A Hole
Despreciado Me Voy
Pa Que Te Sirve?
Taste The Steel (Beowülf)
Tired Of Trying
Inborn Outcome
Unreleased Track
9-13-91
Download!
A banda faz um som rápido e com muito peso, na mesma pegada do Capitalist Casualties e Crossed Out, as letras trazem fortes críticas contra a sociedade, o governo e os abusos de poder da polícia americana. O vocal de Alex é furioso e às vezes chega a lembrar um pouco o de Andrew Beattie (Low Threat Profile, No Comment, Man Is The Bastard). O que mais me impressiona no Despise You realmente é a violência de algumas músicas, a bateria disparando blast-beats faz toda a diferença no som dos caras, às vezes o som dá uma quebrada total de ritmo, ficando um pouco mais lento para depois partir para a desgraça novamente.
Neste álbum temos um punhado de tudo que a banda havia lançado até 1996, temos aqui músicas de splits de bandas como o Man Is The Bastard (por algum motivo esse split nunca lançado), Crom, PCP Scapegoat, Suppression e Stapled Shut, mais músicas das coletâneas "Left Back/Let Down Compilation Double" e "Reality Part #1 Compilation" e uma música não lançada, ao todo são 62 sons e 44 minutos de brutalidade sonora para os amantes do gênero!
As músicas do álbum encontram-se em ordem cronológica decrescente, ou seja, as primeiras músicas são as "mais recentes" e as últimas são as músicas mais antigas do grupo, e algo a se destacar são os covers que a banda toca neste álbum, os caras vão de Possessed (!!!) à Beowülf e Circle Jerks à D.R.I. em versões completamente brutais (principalmente a do D.R.I., e nem sou fã da banda) e sem perder a identidade original da música, coisa que poucas bandas conseguem fazer ao tocar covers.
Enfim, se você gosta de som rápido, pesado e sem frescura, o Despise You é a pedida perfeita!
Tracklist:
Unreleased split LP with Man Is The Bastard
Culpa Mia
Divisions
It's All In God's Hands Now
In My Abscence
Lagrimas
Two One Three
Cut Your Arms - Solves A Lot
Bullshit Reflection
My West Side Horizon
You Make A Good Follower
High And Defenseless
Stupid Routines
One More Rosary
Burning In Hell (Possessed)
Thirty-One Days Of Rain
Split 7" with Stapled Shut
Passive Position
I End Me
Portrait
Lost And Losing
No More... Feelings
Euphoric Confusion
Been Lead
Left Back/Let Down Compilation Double 7"
Hand Me Down Existencia
Shit Trait
Glasgow Relocation
Couch Slouch (D.R.I.)
Random Salvation
Encontraran Orto You
Unmoved / Complacent
Career Overview
Imajinate Que It's Fine
PCP Scapegoat 7"
Pig Mindset
Puppet
If We Could Switch
Pacification Attempt
De Volada Decision
Loathe
Decline / Demise
Llevame
Past Reasons
PCP Scapegoat
Cesar Chavez
Guess
Guilty View
Split 7" with Suppression
Busted Outlook
When You Fail
Nel Interesa
In Your Eyes (Circle Jerks)
Say You Felt This Way
Ensename Myself
Caring Less
Seen The Lines
Reality Part #1 Compilation 7"
Copied Demise
Split 7" with Crom
Swing And Cease
...And Always Gets Her Way
Born In The Dirt / Raised In A Hole
Despreciado Me Voy
Pa Que Te Sirve?
Taste The Steel (Beowülf)
Tired Of Trying
Inborn Outcome
Unreleased Track
9-13-91
Download!
26 de nov. de 2011
VA - Fiesta Comes Alive!
Hoje trago a vocês uma bela coletãnea lançada em 1997 pela Slap A Ham Records, "Fiesta Comes Alive" é um registro de 4 anos (da 1ª edição até a 5ª) do festival Fiesta Grande (o nome é uma alusão a um grande festival cultural do México). O festival ocorria anualmente por dois dias (sábado e domingo) todo mês de Janeiro, de 1993 até 2000, organizado por Chris Dodge e feitas no 924 Gilman, um galpão onde rolam diversos shows "undergrounds" e que existe até hoje.
O álbum traz 40 músicas e 29 bandas, um ótimo registro, principalmente por ser ao vivo, pois muitas das bandas contidas no álbum nunca lançaram nenhum material (oficialmente) ao vivo, ainda mais com a qualidade de gravação encontrada aqui.
Nota-se também que não eram somente bandas de powerviolence que tocavam no festival, encontramos aqui bandas de grindcore, sludge e até mesmo o bom e velho hardcore, mostrando que o powerviolence não se restringia apenas a ser influenciado por outros estilos e se fechar em uma bolha.
Destaque para as músicas do Lack Of Interest, que nunca tinha ouvido ao vivo e é tão brutal quanto no cd! Destaque também para as músicas do No Comment, que fez seu último show na primeira edição do festival, essas inclusive, são as músicas registradas aqui neste álbum. E uma curiosidade que vale a pena comentar e que descobri ouvindo este álbum foi que o Capitalist Casualties foi a única banda que tocou em todos os festivais, ou seja, eram a banda tradicional do Fiesta Grande, e a banda da casa! Enfim, é um belo registro histórico de um dos maiores festivais do gênero e que também vale muito a pena para conhecer bandas não tão conhecidas tanto da cena powerviolence quanto de outros gêneros aqui citados, se você curte qualquer uma destas bandas, baixe o álbum pois vale a pena!
Tracklist:
Lack Of Interest – My Life [Fiesta Grande#5 Day Two]
Lack Of Interest – Social Inequality [Fiesta Grande#5 Day Two]
Excruciating Terror – Addiction [Fiesta Grande#5 Day Two]
Bludgeon – Kill GOD [Fiesta Grande#3 Day One]
Dystopia – Backstabber [Fiesta Grande#4 Day Two]
No Comment – Dead Stare For Life [Fiesta Grande #1]
No Comment – Distant [Fiesta Grande #1]
No Comment – Lament [Fiesta Grande #1]
No Comment – Skin Rape (Soiled By Hate) [Fiesta Grande #1]
Cavity – Burning My Eyes [Fiesta Grande#5 Day One]
Plutocracy – Dankstahz Fiesta Grande #1]
Discordance Axis – Panoptic [Fiesta Grande#5 Day Two]
Phobia – Internal Rot [Fiesta Grande#3 Day One]
Agents Of Satan – Castigo Del Brujo [Fiesta Grande#4 Day Two]
The Locust – Emaciation Fuckers [Fiesta Grande#4 Day Two]
Gob – Columbian Nectie [Fiesta Grande#4 Day Two]
Enemy Soil – Group Think [Fiesta Grande#5 Day Two]
Nuclear Armed Hogs – Diff'rent Strokes [Fiesta Grande#3 Day Two]
Man Is The Bastard – Heretic's Fork [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Ether Rag [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Instantly Beat [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Semen In The Eysocket Of Thomas Lenz [Fiesta Grande #1]
Stapled Shut – Killer Breed [Fiesta Grande#3 Day Two]
No Less – Balls Deep [Fiesta Grande#3 Day One]
His Hero Is Gone – T Minus Zero [Fiesta Grande#4 Day One]
Noothgrush – Gage [Fiesta Grande#4 Day One]
Spazz – Might For Right [Fiesta Grande #2]
Evolved To Obliteration – Picked A Fight [Fiesta Grande#3 Day Two]
Crossed Out – Pure Delusion [Fiesta Grande #1]
Crossed Out – Practiced Hatred [Fiesta Grande #1]
Benümb – Beyond Fucked [Fiesta Grande#5 Day Two]
MDC – Nazis Shouldn't Drive [Fiesta Grande#3 Day One]
Cattlepress – My Only Wish Is To Destroy [Fiesta Grande#4 Day Two]
Cop Out – Untitled [Fiesta Grande#3 Day One]
Cop Out – Over There [Fiesta Grande#3 Day One]
Hellnation – Silent Bigot [Fiesta Grande#5 Day One]
Utter Bastard – Macho Man [Fiesta Grande#5 Day One]
Capitalist Casualties – Rumor Mill [Fiesta Grande#5 Day Two]
Capitalist Casualties – Fuck The Christians [Fiesta Grande#3 Day One]
Capitalist Casualties – Roll Over & Play Dead [Fiesta Grande#4 Day Two]
Download!
O álbum traz 40 músicas e 29 bandas, um ótimo registro, principalmente por ser ao vivo, pois muitas das bandas contidas no álbum nunca lançaram nenhum material (oficialmente) ao vivo, ainda mais com a qualidade de gravação encontrada aqui.
Nota-se também que não eram somente bandas de powerviolence que tocavam no festival, encontramos aqui bandas de grindcore, sludge e até mesmo o bom e velho hardcore, mostrando que o powerviolence não se restringia apenas a ser influenciado por outros estilos e se fechar em uma bolha.
Destaque para as músicas do Lack Of Interest, que nunca tinha ouvido ao vivo e é tão brutal quanto no cd! Destaque também para as músicas do No Comment, que fez seu último show na primeira edição do festival, essas inclusive, são as músicas registradas aqui neste álbum. E uma curiosidade que vale a pena comentar e que descobri ouvindo este álbum foi que o Capitalist Casualties foi a única banda que tocou em todos os festivais, ou seja, eram a banda tradicional do Fiesta Grande, e a banda da casa! Enfim, é um belo registro histórico de um dos maiores festivais do gênero e que também vale muito a pena para conhecer bandas não tão conhecidas tanto da cena powerviolence quanto de outros gêneros aqui citados, se você curte qualquer uma destas bandas, baixe o álbum pois vale a pena!
Tracklist:
Lack Of Interest – My Life [Fiesta Grande#5 Day Two]
Lack Of Interest – Social Inequality [Fiesta Grande#5 Day Two]
Excruciating Terror – Addiction [Fiesta Grande#5 Day Two]
Bludgeon – Kill GOD [Fiesta Grande#3 Day One]
Dystopia – Backstabber [Fiesta Grande#4 Day Two]
No Comment – Dead Stare For Life [Fiesta Grande #1]
No Comment – Distant [Fiesta Grande #1]
No Comment – Lament [Fiesta Grande #1]
No Comment – Skin Rape (Soiled By Hate) [Fiesta Grande #1]
Cavity – Burning My Eyes [Fiesta Grande#5 Day One]
Plutocracy – Dankstahz Fiesta Grande #1]
Discordance Axis – Panoptic [Fiesta Grande#5 Day Two]
Phobia – Internal Rot [Fiesta Grande#3 Day One]
Agents Of Satan – Castigo Del Brujo [Fiesta Grande#4 Day Two]
The Locust – Emaciation Fuckers [Fiesta Grande#4 Day Two]
Gob – Columbian Nectie [Fiesta Grande#4 Day Two]
Enemy Soil – Group Think [Fiesta Grande#5 Day Two]
Nuclear Armed Hogs – Diff'rent Strokes [Fiesta Grande#3 Day Two]
Man Is The Bastard – Heretic's Fork [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Ether Rag [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Instantly Beat [Fiesta Grande #1]
Man Is The Bastard – Semen In The Eysocket Of Thomas Lenz [Fiesta Grande #1]
Stapled Shut – Killer Breed [Fiesta Grande#3 Day Two]
No Less – Balls Deep [Fiesta Grande#3 Day One]
His Hero Is Gone – T Minus Zero [Fiesta Grande#4 Day One]
Noothgrush – Gage [Fiesta Grande#4 Day One]
Spazz – Might For Right [Fiesta Grande #2]
Evolved To Obliteration – Picked A Fight [Fiesta Grande#3 Day Two]
Crossed Out – Pure Delusion [Fiesta Grande #1]
Crossed Out – Practiced Hatred [Fiesta Grande #1]
Benümb – Beyond Fucked [Fiesta Grande#5 Day Two]
MDC – Nazis Shouldn't Drive [Fiesta Grande#3 Day One]
Cattlepress – My Only Wish Is To Destroy [Fiesta Grande#4 Day Two]
Cop Out – Untitled [Fiesta Grande#3 Day One]
Cop Out – Over There [Fiesta Grande#3 Day One]
Hellnation – Silent Bigot [Fiesta Grande#5 Day One]
Utter Bastard – Macho Man [Fiesta Grande#5 Day One]
Capitalist Casualties – Rumor Mill [Fiesta Grande#5 Day Two]
Capitalist Casualties – Fuck The Christians [Fiesta Grande#3 Day One]
Capitalist Casualties – Roll Over & Play Dead [Fiesta Grande#4 Day Two]
Download!
Machine Gun Romantics - Everthing So Far...
Banda formada por Ryan, Mike Teherani (Knucle Scraper), Beau Beaslei (Insect Warfare, Knucle Scraper) e Alex Hughes (Hatred Surge, Insect Warfare) ...mais pra quem espera por um som denso e obscuro como o Insect Warfare e Hatred Surge está redondamente enganado, Machine Gun Romantics traz uma linha de Powerviolence que lembra muito bandas como o Infest, pelo fato de ser claramente influenciado pelo Youth Crew e bandas como e Minor Threat...O som é direto e extremamente desgraçado, o vocal lembra a furia vocal de Mark McCoy pouco antes do fim do Charles Bronson! A banda teve pouca durabilidade, teve inicio em 2002 e permaneceu ativa até 2005 passou por algumas alterações na sua formação (essa formação que descrevi acima foi a ultima), participou de algumas compilações, porem lançou poquissimo material.
Esse registro que disponibilizo agora é uma coletânea de tudo que saiu da banda durante esse pouco tempo de atividade, "Everthing so Far..." lançado pela 625 Thrashcore e Dangerously Small Records, conta com um EP lançado em 2003, a Demo de 2003 um CDr da tour de 2004 e uma gravação ao vivo Live@Dan's Silver Leaf, Denton, TX de 2003 que conta inclusive com um cover de Infest (Feeling Man)
Dou destaque entre todos para o EP (em maior parte pela melhor qualidade de gravação que torna o som mais definido) se inicia com uma vinheta do filme "Full Metal Jacket" antes de dar inicio a um amontoado de intensas e velozes batidas acompanhadas de rápidas levadas de guitarra e baixo e o vocal insano e descontrolado gritando criticas a cena punk/hardcore passando por assuntos decorrentes do cotidiano, politica e filmes.
Sem muitas delongas, pra você que curte Infest e muita insanidade musical, essa é a melhor pedida, como um chute na boca do estomago!!
Tracklist:
EP
Cookies
Fight The White Ninja
Death And Other Problems
Hey Thanks For Pointing Out My Flaws
What Are Friends For Huh?
Chainsaw For A Hand
Headlock
Peppermint (Kill Me)
Keep Keep Cutting Me
Wxtxfx?
Second Thoughts
Tour 2004 CDr
Where's The Breakdowns
Pastey White Lies
The Running Man Runs For Office
Nick Lomard Vs. The Wasp
WWDubya
Nice Guys Finish Last But Assholes Get Murdered First
88%
Demo '03
Pastey White Lies
Asstown
WWDubya
Oh? For The Love Of Thrash
A History Lesson
Live@Dan's Silver Leaf, Denton, TX Feb 6th 2003
Peppermint (Kill Me)
Asstown
Fight The White Ninja
WWDubya
Cookies
Where's The Breakdowns?
Headlock
Death And Other Problems
Nice Guys Finish Last But Assholes Get Murdered First
Second Thoughts
Wxtxfx?
Feeling Mean
Download!
Mind Eraser - Cave
Fundindo o som arrastado de bandas como o Crossed Out e a velocidade do No comment com o tipico hardcore Straigth Edge de Boston (cidade natal da banda) o Mind Eraser é composto por Brendan Radigan (XfilesX), Chris Corry (Innumerable Forms, Mentally Challenged), Craig Arms (Rampage, Say Goodbye, Waste Management) e Justin DeTore (Mentally Challenged, No Tolerance e mais uma porrada de bandas) foi formada no ano de 2003 por Justin De Tore e Chris Corry (que juntos são a "cabeça" da banda) ainda se mantém em atividade e mesmo apesar do fato de ser uma banda "pouco ativa" é atualmente uma das bandas mais importantes da atual cena Powerviolence americana!A banda teve seu primeiro Full Length lançado em 2004 pela Painkiller Records e Collapse Records, "Cave" traz um som claramente influenciado por bandas da primeira onda, e como é encontrado em entrevistas com os próprios membros da banda nota-se claramente em algumas passagens a influencia de bandas como Discharge, Cro-mags e uma leve flertada com o Death Metal 80', tudo muito bem colocado entre quedas de tempo e furiosos Blast Beasts! Talvez por se tratar do primeiro álbum da banda toda essa mistura de géneros se torna bem clara, e acabou resultando em um produto final excelente, o conteúdo das letras é bem variado, porem em especial "Cave" traz uma linha mais depressiva, caracteristica largamente encontrada em bandas atuais do genero!
Disponibilizo pra Download exatamente esse primeiro trabalho da banda, atmosfera densa, som cru rápido e agressivo! Um prato cheio tanto pra fãns de powerviolence ou mesmo
de NY Hardcore!
Tracklist:
Neutral Words
Thawed Out
Internal Dialogue
What Did I Do
Finished
Subtle Entities
Clever Lines
Psychotic
You Werent Right
Last Words
Dont Find Me
Human Waste
Amazing Solution
Chewed Up, Spit Out
Download!
25 de nov. de 2011
Man Is The Bastard – D.I.Y.C.D.
Formado em 1991, o Man Is The Bastard foi a "evolução" do Neanderthal e uma das bandas mais representativas e importantes do powerviolence (foi em uma música do Man Is The Bastard que o termo powerviolence foi "usado" pela primeira vez). Formada por Eric Wood (Pissed Happy Children, Neanderthal, Bastard Noise) e Aaron Kenyon nos baixos e vocais, Joel Connell (Pissed Happy Children, Bastard Noise) e com colaboração de diversos músicos da cena powerviolence da época (Joe Denunzio, Andrew Beattie e Henry Barnes foram alguns dos principais), faziam um som completamente ímpar e até mesmo à frente de seu tempo, usando técnicas não convencionais de distorção e captação de som, possuíam seus próprios amplificadores (feitos pelos próprios integrantes da banda) e não costumavam usar guitarras (ao invés disso usavam dois baixos).
A banda esteve ativa até 1997, lançou diversos EP's, splits e alguns álbuns (por diversos selos de diferentes países, geralmente em cópias limitadas e numeradas), fez muitos shows em diferentes países, inclusive no Japão e Canadá, talvez tendo sido a banda de powerviolence que mais tenha excursionado para fora dos EUA. Este álbum que vos apresento aqui hoje é uma antologia de tudo que a banda havia lançado até 1995, aproveitando a ascenção dos compact-disc e também o fato de que muitos materiais da banda (lançados em vinil) já estavam esgotados, esta compilação foi lançada pela Slap A Ham em 1995 e relançada em 2006, pela Deep Six.
O que temos aqui é um total de 54 sons que mostram realmente como o Man Is The Bastard era uma banda extremamente criativa e técnica, as músicas, em sua maioria, são curtas, muitas não passam de um minuto, mas mostram uma energia e uma agressividade muito grande, mesmo não sendo um som tão rápido; na verdade uma das características deles eram justamente as músicas serem um pouco mais lentas e bem mais pesadas que as outras bandas da época. Os baixos e os vocais de Wood e Kenyon dão um clima tenso e às vezes até mórbido as músicas, casando perfeitamente com as letras da banda, que apresentavam fortes críticas contra a sociedade e ao ser-humano.
As músicas estão todas em ordem cronológica, o que também é ótimo para perceber como a banda foi evoluindo cada vez mais com o tempo, deixando o som cada vez mais pesado, sem perder sua "veia primitiva". Para quem não conhece o som da banda ou nunca ouviu com muita atenção, sugiro que pegue este álbum pois é uma obra valiosa e que consegue captar muito bem o espírito do Homem Bastardo!
Tracklist:
Charred Remains A·K·A Man Is The Bastard
Eunuch
No Concern For The Inhuman
The Arena
Refuse To Thrive
Dis-corporation - The Power Of Hash
Existence Decay
Secret Surgery
Attempt To Damage
Smile Trick
Telegram Death Threat
Once Upon A...
Shoes Of Cement
(Tony Williams) Strifetime
H.S.M.P.
Backward Species
Ether Rag
Stocks 0:23
Blood Gutter
Heretic's Fork
Koro Treatment
Justice Is Swift (Jack)
Poacher
Bastard Noise
Trapped Within Burning Machinery / Pain Of The Iron
Steak Eating Boss
Lobotomize A Cop
Fine Feathered Friend
Abundance Of Guns
Scavengers World
Regression To Birth
Mocha Rebirth
Semen In The Eyesocket Of Thomas Lenz
Slave To The Bean
The Iron Room
Incoming
Volatile Cocktail
Tumult Being
Abundance Of Guns
Suttee
Sanctify Of Oil
Grasp The Bug
Human Condition
Mary Jane (The Ultimate Girl)
Oil Bomb
Man Is The Bastard
S.O.I.G.
Work To Death
Instantly Bent
Screwdriver In The Urethra Of Thomas Lenz
Snake Apartment
Walkers Of The Streets
The Brutality Continues...
Doll
Media Prophet
Slay Or Slander
Squaw
De-programming The Bigot
Flying Limbs
Tomb Ride
Mr. Wilson
Lime Doom
Untitled
Download!
A banda esteve ativa até 1997, lançou diversos EP's, splits e alguns álbuns (por diversos selos de diferentes países, geralmente em cópias limitadas e numeradas), fez muitos shows em diferentes países, inclusive no Japão e Canadá, talvez tendo sido a banda de powerviolence que mais tenha excursionado para fora dos EUA. Este álbum que vos apresento aqui hoje é uma antologia de tudo que a banda havia lançado até 1995, aproveitando a ascenção dos compact-disc e também o fato de que muitos materiais da banda (lançados em vinil) já estavam esgotados, esta compilação foi lançada pela Slap A Ham em 1995 e relançada em 2006, pela Deep Six.
O que temos aqui é um total de 54 sons que mostram realmente como o Man Is The Bastard era uma banda extremamente criativa e técnica, as músicas, em sua maioria, são curtas, muitas não passam de um minuto, mas mostram uma energia e uma agressividade muito grande, mesmo não sendo um som tão rápido; na verdade uma das características deles eram justamente as músicas serem um pouco mais lentas e bem mais pesadas que as outras bandas da época. Os baixos e os vocais de Wood e Kenyon dão um clima tenso e às vezes até mórbido as músicas, casando perfeitamente com as letras da banda, que apresentavam fortes críticas contra a sociedade e ao ser-humano.
As músicas estão todas em ordem cronológica, o que também é ótimo para perceber como a banda foi evoluindo cada vez mais com o tempo, deixando o som cada vez mais pesado, sem perder sua "veia primitiva". Para quem não conhece o som da banda ou nunca ouviu com muita atenção, sugiro que pegue este álbum pois é uma obra valiosa e que consegue captar muito bem o espírito do Homem Bastardo!
Tracklist:
Charred Remains A·K·A Man Is The Bastard
Eunuch
No Concern For The Inhuman
The Arena
Refuse To Thrive
Dis-corporation - The Power Of Hash
Existence Decay
Secret Surgery
Attempt To Damage
Smile Trick
Telegram Death Threat
Once Upon A...
Shoes Of Cement
(Tony Williams) Strifetime
H.S.M.P.
Backward Species
Ether Rag
Stocks 0:23
Blood Gutter
Heretic's Fork
Koro Treatment
Justice Is Swift (Jack)
Poacher
Bastard Noise
Trapped Within Burning Machinery / Pain Of The Iron
Steak Eating Boss
Lobotomize A Cop
Fine Feathered Friend
Abundance Of Guns
Scavengers World
Regression To Birth
Mocha Rebirth
Semen In The Eyesocket Of Thomas Lenz
Slave To The Bean
The Iron Room
Incoming
Volatile Cocktail
Tumult Being
Abundance Of Guns
Suttee
Sanctify Of Oil
Grasp The Bug
Human Condition
Mary Jane (The Ultimate Girl)
Oil Bomb
Man Is The Bastard
S.O.I.G.
Work To Death
Instantly Bent
Screwdriver In The Urethra Of Thomas Lenz
Snake Apartment
Walkers Of The Streets
The Brutality Continues...
Doll
Media Prophet
Slay Or Slander
Squaw
De-programming The Bigot
Flying Limbs
Tomb Ride
Mr. Wilson
Lime Doom
Untitled
Download!
24 de nov. de 2011
Charles Bronson - Complete Discocrappy
Diretamente de DeKalb, Illinois, o Charles Bronson existiu de 1994 a 1997, e teve diversas formações durante os anos (no final do post coloco todas as formações), tendo apenas o vocalista Mark McCoy (Arts, Das Oath, Holy Molar), o baixista Jon Arends (Herds) e o baterista Ebro Virumbrales (Los Crudos, MK Ultra) como membros remanescentes. Foram uma notável banda da cena da época, mais por suas "polêmicas" que por outras razões, pois a banda sempre fez um som mais diferenciado que as outras bandas de powerviolence da época, que mandavam um som mais pesado ou rápido sem grandes variações. O Charles Bronson apostava no barulho, na insanidade e no humor negro, na época muita gente não entendeu, e nem a própria banda mostrava muito "auto respeito", se auto definindo como "um bando de magrelos com muita coisa pra falar (mas você só vai entender se ler o encarte) berrando e tocando rápido", e realmente, a descrição é perfeita.
O Charles Bronson em seus anos atividade vieram a lançar apenas EP's e splits (a maioria, com bandas fora da cena do powerviolence), lançando inclusive um split com o Spazz (que em 1999, no álbum "Crush, Kill, Destroy" gravou uma música chamada "Hardcore Before Mark McCoy Was Emo Semen"). A banda, que apesar de ter seus EP's e splits lançados por diversos selos, vieram também a ter o seu próprio selo, intitulado Youth Attack Records (que existe até hoje e é capitaneada por Mark McCoy) e que também chegou a lançar alguns trabalho da própria banda.
O som da banda possui diferentes "fases", que podem ser facilmente detectadas neste álbum, que traz tudo que a banda lançou enquanto existiu, inclusive músicas não lançadas, de ensaios e ao vivo. O álbum vem em cd duplo, no primeiro cd temos tudo que a banda lançou: demo, EP's, splits e participações em diversas coletâneas, já no segundo cd temos as músicas não lançadas e ensaios.
E justamente uma das melhores coisas deste álbum é que pelo fato das músicas estarem em ordem cronológica conseguimos reparar como a banda evoluiu de forma impressionante com o passar do tempo, arrisco a dizer que este cd serve como um exemplo de perseverança para muita banda por aí! As primeiras músicas são completamente cruas, um hardcore rápido e tosco, com um vocal que claramente não sabia o que estava fazendo. Conforme as músicas vão avançando vamos percebendo as mudanças no som, as vezes mais pesado, outras mais cadenciado, outras bem mais thrashcore e outras completamente insanas. Pra mim a "melhor fase" da banda foi do split com o Ice Nine em diante (no cd 1, da faixa 48 em diante), mas conheço quem prefira a fase mais "tosqueira" deles, só mesmo ouvindo para sacar qual é!
Ao todo (os dois cds) são 117 músicas de pura insanidade, realmente uma aula de powerviolence, do início tosco (porém esforçado) até a fase mais insana, e vale destacar também outros aspectos da banda, como o uso de vinhetas em grande parte das músicas, vinhetas tiradas em sua maioria, de falas dos filme do Charles Bronson e de jornais e programas televisivos.O vocal de McCoy é outro ponto a se destacar, enquanto nas primeiras gravações ele soava completamente "perdido", parecendo um muleque na puberdade tentando fazer voz grosa, conforme o cd vai avançando o vocal dele fica cada vez mais violento e insano, chegando ao extremo de realmente parecer um adolescente psicopata com um microfone em mãos, particularmente o considero como um dos melhores vocalistas do gênero.
Destaque também para a "veia artística" da banda (Mark McCoy já se aventurou pelo mundo das artes plásticas algumas vezes, e o guitarrista Aaron Aspinwall dedicou-se a carreira de artista plástico após o fim da banda), que assim como o Spazz, se destacava nas artes dos álbuns, sempre com desenhos, caricaturas e colagens, e também outra característica em comum com o Spazz: o humor ácido nas letras e as críticas contra a cena, para quem quiser conferir as letras da banda é só clicar aqui.
Enfim, o Charles Bronson é uma das bandas que mais gosto, e assim, logicamente sugiro que todos que não conhecem o som, aproveitem a oportunidade e pegue este belo álbum que já ouvi milhares de vezes e até hoje não me canso!
Formações da banda:
Mark McCoy - Vocal (em todas as faixas)
James Dejesus - Guitarra (Disc 1, Faixas 1-10; Disc 2, Faixa 1)
Mike Sutfin - Guitarra (Disc 1, Faixas 11-17; Disc 2, Faixas 2-21)
Aaron Aspinwall - Guitarra (Disc 1, Faixas 26-56; Disc 2, Faixas 2-15)
Jeff Jelen - Guitarra (Disc 1, Faixas 72-96; Disc 2, Faixas 16-19)
Jon Arends - Baixo
Ebro Virumbrales - Bateria (Disc 1; Disc 2, Faixas 1-19)
Max Ward - Bateria (Disc 2, Faixas 20 and 21)
Tracklist:
Disc 1
Demo 7"
Why Do You Bother?
Little Debbie
I'm Sick Of Feminists
Your Average Run Of The Mill Straight Edge Song
Ricki Lake
Just Like All The Rest
The Shane Song
No More
Can't Take This
Theme Song
All That... And A Bag O' Dicks Comp. 7"
I Can't Be In A Band With You Because You Like Epitaph (Beatdown Remix)
Diet Rootbeer 7"
Silenced
Diet Rootbeer
Ebro's Bitter Onslaught On Jerry Springer's Unsuspecting Ass
Sick Of O.J.
Chicago
Bible Thumpers Go To Hell
Irrigation
Security Blanket
Why Do You Bother?
Eavesdrop
I Can't Be Friends With You Because You Like Epitaph
Eazy E's Fuckin Dead And I Think It's Fuckin Rad
Second Hand Choke
Theme Song
Speed Freaks Vol. 1 Comp. 7"
Deaf And Dumb
J.R.s Beatdown
They Should Legalize Drugs So You Can Hurry Up And Fucking Die
Crooked Teeth
Political Prisoners
Split 7" With Spazz
Obligatory Jock Slaughter Song
You Get What You Pay For
Charles Bronson Will Not Turn Into A ___ Band
Rich Crusties Shall Pay
Fuckin Drunken Uncle
Fratguy On The Barbi
I Lied When I Said I Liked Your Zine
Playing Lotto
Split 7" With Unanswered
Ants In The Kool Aid
What The Fuck Are You Gonna Do When It's Cool To Be Yourself?
Craig Ferris Sucks A Mean Cock
Phil Anselmo's Pain Burns In The Heart Of My Little Brother
The Kids Are Gonna Stick Together
Vida-Life Benefit Comp. 7"
Tabloid Suckass
No Royalties Comp. LP
Cheese With Your Whine
Cry Now, Cry Later Vol 4 Comp. 7"
4 Alarm Counter Fuck
Another Probe 7" With A Girl On The Cover Comp. 7"
Annual Martyr To Your Social Life
Split 7" With Ice Nine
History In The Making
Tony Victory Knows How To Party
Down For The Count
4 Hour Personality
No Points For The Losers
Drunk Punks Is Hippies
One Life Crew Goes On Slimfast
Debate Team Bake Sale
El Guapo Comp. LP
I Can Never Write Too Many Songs About Morons Like You
Split 7" With Quill
Individualized Floor Puncher
Batting A Thousand And Still Striking Out
Let's Start A Revolution So I Can Break Some Shit
The Great Pet Rock Comeback
What's Wrong With Me?
Dream A Little Dream
Punching A Gift Horse In The Mouth
Possessed To Skate Comp. LP
The Story Of My Life
Grown Up Corpses
Bike Pig On A Rope
I'm So Smart Now
As Fucked As Gator
Skate For God
You Will Go (Steve Caballero)
Deadly Encounters Comp. 7"
Better Never Than Late
Bllleeeeaaauuurrrrgghhh! - A Music War Comp. 7"
412 Wolfpack
Youth Attack! LP
Marriage Can Suck It
Youth Attack!
The Painful, Yet Unavoidable, Deathstar Comparison
xDumbfucksx
Too Much Of A Good Thing
Standing In Front Of Bulldog Records
Stock Footage
Pre(Im)mature Retirement P.L.A.N.
The Only Time I Think About Romance Is When I Wonder Why I Don't Think About It
Deaf And Dumb
Fuck Technology, I'll Keep My Pocket Change
Red And Green Make Yellow
Let's Start Another War So I Can Sing About Stopping It
I Just Can't Avoid The Void In Avoid
Wastoid On The Celluloid
Shrinkage
Close Encounters Of The Nerd Kind
Punch Drunk
The Tears Of A Clone
Double Dose Of Dicks Comp. 7"
Last Warning (Who Fucking Cares)
Chicago's On Fire Again Comp. 7"
Why Be Something That You're Not? (Good Question...)
Reality Part 3 Comp. LP
Rich Crusties Shall Pay (Live At Otto's)
Seven More Shitty-Ass Songs (Live In Fuckin Belgium)
Disc 2
Unreleased
Why Do You Bother Ebro?
Couldn't Fuckin Care Less
Whatever Happened?
Mindless (Blah Blah Blah)
The Worm Song
The Kids Are Gonna Stick Together
Mandatory Marathon Comp. Tape
Falling Off-Do It!
E.S.P. Girls Love Me
Wailing Guitar Solos Vol. 1, A Chronology
(Fuck Being) Positive
???
???
So What If I Puked Up McDonald's?
Moodswinger
Ralph On Ralph
Unreleased
Twiggy On My Mind
Cous Cous On The Loose Loose
Telecom U.S.A.
I Go To School
Cross Me
Untitled (xDeKalb Hate Edge Foreverx)
Download!
O Charles Bronson em seus anos atividade vieram a lançar apenas EP's e splits (a maioria, com bandas fora da cena do powerviolence), lançando inclusive um split com o Spazz (que em 1999, no álbum "Crush, Kill, Destroy" gravou uma música chamada "Hardcore Before Mark McCoy Was Emo Semen"). A banda, que apesar de ter seus EP's e splits lançados por diversos selos, vieram também a ter o seu próprio selo, intitulado Youth Attack Records (que existe até hoje e é capitaneada por Mark McCoy) e que também chegou a lançar alguns trabalho da própria banda.
O som da banda possui diferentes "fases", que podem ser facilmente detectadas neste álbum, que traz tudo que a banda lançou enquanto existiu, inclusive músicas não lançadas, de ensaios e ao vivo. O álbum vem em cd duplo, no primeiro cd temos tudo que a banda lançou: demo, EP's, splits e participações em diversas coletâneas, já no segundo cd temos as músicas não lançadas e ensaios.
E justamente uma das melhores coisas deste álbum é que pelo fato das músicas estarem em ordem cronológica conseguimos reparar como a banda evoluiu de forma impressionante com o passar do tempo, arrisco a dizer que este cd serve como um exemplo de perseverança para muita banda por aí! As primeiras músicas são completamente cruas, um hardcore rápido e tosco, com um vocal que claramente não sabia o que estava fazendo. Conforme as músicas vão avançando vamos percebendo as mudanças no som, as vezes mais pesado, outras mais cadenciado, outras bem mais thrashcore e outras completamente insanas. Pra mim a "melhor fase" da banda foi do split com o Ice Nine em diante (no cd 1, da faixa 48 em diante), mas conheço quem prefira a fase mais "tosqueira" deles, só mesmo ouvindo para sacar qual é!
Ao todo (os dois cds) são 117 músicas de pura insanidade, realmente uma aula de powerviolence, do início tosco (porém esforçado) até a fase mais insana, e vale destacar também outros aspectos da banda, como o uso de vinhetas em grande parte das músicas, vinhetas tiradas em sua maioria, de falas dos filme do Charles Bronson e de jornais e programas televisivos.O vocal de McCoy é outro ponto a se destacar, enquanto nas primeiras gravações ele soava completamente "perdido", parecendo um muleque na puberdade tentando fazer voz grosa, conforme o cd vai avançando o vocal dele fica cada vez mais violento e insano, chegando ao extremo de realmente parecer um adolescente psicopata com um microfone em mãos, particularmente o considero como um dos melhores vocalistas do gênero.
Destaque também para a "veia artística" da banda (Mark McCoy já se aventurou pelo mundo das artes plásticas algumas vezes, e o guitarrista Aaron Aspinwall dedicou-se a carreira de artista plástico após o fim da banda), que assim como o Spazz, se destacava nas artes dos álbuns, sempre com desenhos, caricaturas e colagens, e também outra característica em comum com o Spazz: o humor ácido nas letras e as críticas contra a cena, para quem quiser conferir as letras da banda é só clicar aqui.
Enfim, o Charles Bronson é uma das bandas que mais gosto, e assim, logicamente sugiro que todos que não conhecem o som, aproveitem a oportunidade e pegue este belo álbum que já ouvi milhares de vezes e até hoje não me canso!
Formações da banda:
Mark McCoy - Vocal (em todas as faixas)
James Dejesus - Guitarra (Disc 1, Faixas 1-10; Disc 2, Faixa 1)
Mike Sutfin - Guitarra (Disc 1, Faixas 11-17; Disc 2, Faixas 2-21)
Aaron Aspinwall - Guitarra (Disc 1, Faixas 26-56; Disc 2, Faixas 2-15)
Jeff Jelen - Guitarra (Disc 1, Faixas 72-96; Disc 2, Faixas 16-19)
Jon Arends - Baixo
Ebro Virumbrales - Bateria (Disc 1; Disc 2, Faixas 1-19)
Max Ward - Bateria (Disc 2, Faixas 20 and 21)
Tracklist:
Disc 1
Demo 7"
Why Do You Bother?
Little Debbie
I'm Sick Of Feminists
Your Average Run Of The Mill Straight Edge Song
Ricki Lake
Just Like All The Rest
The Shane Song
No More
Can't Take This
Theme Song
All That... And A Bag O' Dicks Comp. 7"
I Can't Be In A Band With You Because You Like Epitaph (Beatdown Remix)
Diet Rootbeer 7"
Silenced
Diet Rootbeer
Ebro's Bitter Onslaught On Jerry Springer's Unsuspecting Ass
Sick Of O.J.
Chicago
Bible Thumpers Go To Hell
Irrigation
Security Blanket
Why Do You Bother?
Eavesdrop
I Can't Be Friends With You Because You Like Epitaph
Eazy E's Fuckin Dead And I Think It's Fuckin Rad
Second Hand Choke
Theme Song
Speed Freaks Vol. 1 Comp. 7"
Deaf And Dumb
J.R.s Beatdown
They Should Legalize Drugs So You Can Hurry Up And Fucking Die
Crooked Teeth
Political Prisoners
Split 7" With Spazz
Obligatory Jock Slaughter Song
You Get What You Pay For
Charles Bronson Will Not Turn Into A ___ Band
Rich Crusties Shall Pay
Fuckin Drunken Uncle
Fratguy On The Barbi
I Lied When I Said I Liked Your Zine
Playing Lotto
Split 7" With Unanswered
Ants In The Kool Aid
What The Fuck Are You Gonna Do When It's Cool To Be Yourself?
Craig Ferris Sucks A Mean Cock
Phil Anselmo's Pain Burns In The Heart Of My Little Brother
The Kids Are Gonna Stick Together
Vida-Life Benefit Comp. 7"
Tabloid Suckass
No Royalties Comp. LP
Cheese With Your Whine
Cry Now, Cry Later Vol 4 Comp. 7"
4 Alarm Counter Fuck
Another Probe 7" With A Girl On The Cover Comp. 7"
Annual Martyr To Your Social Life
Split 7" With Ice Nine
History In The Making
Tony Victory Knows How To Party
Down For The Count
4 Hour Personality
No Points For The Losers
Drunk Punks Is Hippies
One Life Crew Goes On Slimfast
Debate Team Bake Sale
El Guapo Comp. LP
I Can Never Write Too Many Songs About Morons Like You
Split 7" With Quill
Individualized Floor Puncher
Batting A Thousand And Still Striking Out
Let's Start A Revolution So I Can Break Some Shit
The Great Pet Rock Comeback
What's Wrong With Me?
Dream A Little Dream
Punching A Gift Horse In The Mouth
Possessed To Skate Comp. LP
The Story Of My Life
Grown Up Corpses
Bike Pig On A Rope
I'm So Smart Now
As Fucked As Gator
Skate For God
You Will Go (Steve Caballero)
Deadly Encounters Comp. 7"
Better Never Than Late
Bllleeeeaaauuurrrrgghhh! - A Music War Comp. 7"
412 Wolfpack
Youth Attack! LP
Marriage Can Suck It
Youth Attack!
The Painful, Yet Unavoidable, Deathstar Comparison
xDumbfucksx
Too Much Of A Good Thing
Standing In Front Of Bulldog Records
Stock Footage
Pre(Im)mature Retirement P.L.A.N.
The Only Time I Think About Romance Is When I Wonder Why I Don't Think About It
Deaf And Dumb
Fuck Technology, I'll Keep My Pocket Change
Red And Green Make Yellow
Let's Start Another War So I Can Sing About Stopping It
I Just Can't Avoid The Void In Avoid
Wastoid On The Celluloid
Shrinkage
Close Encounters Of The Nerd Kind
Punch Drunk
The Tears Of A Clone
Double Dose Of Dicks Comp. 7"
Last Warning (Who Fucking Cares)
Chicago's On Fire Again Comp. 7"
Why Be Something That You're Not? (Good Question...)
Reality Part 3 Comp. LP
Rich Crusties Shall Pay (Live At Otto's)
Seven More Shitty-Ass Songs (Live In Fuckin Belgium)
Disc 2
Unreleased
Why Do You Bother Ebro?
Couldn't Fuckin Care Less
Whatever Happened?
Mindless (Blah Blah Blah)
The Worm Song
The Kids Are Gonna Stick Together
Mandatory Marathon Comp. Tape
Falling Off-Do It!
E.S.P. Girls Love Me
Wailing Guitar Solos Vol. 1, A Chronology
(Fuck Being) Positive
???
???
So What If I Puked Up McDonald's?
Moodswinger
Ralph On Ralph
Unreleased
Twiggy On My Mind
Cous Cous On The Loose Loose
Telecom U.S.A.
I Go To School
Cross Me
Untitled (xDeKalb Hate Edge Foreverx)
Download!
23 de nov. de 2011
Quattro Stagioni – Discography 1998 - 2008
O Quattro Stagioni é uma banda oriunda de Trier/Alemanha formada por Koch, Dan, Berni e Hoffi respectivamente: vocal, guitarra, baixo e vocal, bateria e vocal.Formada em 1998 permaneceu em atividade até o ano de 2008 o som segue a linha do "play fast or die" desgraçado, repleto de riffs confusos se atropelando um sobre os outros, a bateria se assemelha a uma britadeira, até o ponto que cai em breves levadas arrastadas! Lembra de longe bandas na linha do Charles Bronson, Plutocracy ou mesmo bandas no estilo "Grindcore bagaceira"!
A banda conta com 3 vocais que vez ou outra tambem acabam se aternando o que auxilia na bagunça generalizada que se torna o som! O vocal principal lembra bastante o de Florian Pühs do Surf Nazis Must Die... agoniante, agudo e insano, lembrando por vezes o desespero suino pré-abate!
Esse Registro que disponibilizo agora se trata de uma Discografia da banda incluindo todo o material que saiu durante o tempo que ela permaneceu ativa... Lançado pela Regurgitated Semen Records contem o Split 5" lançado com a banda americana Iron Lung, um EP e um LP de mesmo nome todos lançados pela 625 Records respectivamente nos anos de 2003, 2001 e 2008 a Demo tape e inclui tambem 17 faixas ao vivo 2 gravadas avulsas e as outras gravadas durante uma apresentação (Live at Kaiserslautern (Osaka inn))
Dou destaque para as faixas do Split com o Iron Lung, mesmo com uma gravação visivelmente inferior às do EP e LP, é com certeza o ponto alto de toda a Discografia é como ter a cabeça
batida contra a parede, violento insano e extremamente urgente!
Uma hora e sete minutos de puro barulho aos fãns desse genero de Powerviolence recomendo forte dar uma conferida nessa banda!
Tracklist:
Intro
45 Rpm
Always Ask - Never Question
Burnout Syndrome
Hey What's Up You Fucker?
Escape
Hoffi Plus 3
Harmlosigkeit Einer Abstrakten Kategorie
Level 6
Bildungsluckensystem
Klugscheisserelite
Who Am I?
Intro
The Brains Of Her Supplier
Grundbedurfuis + MWST
Hirnwaschestrasse
Kriegsmonologe
Quattro Stagioni
Kaputt-alism
The Brains Of Her Supplier
Aupassungsmaschinerie
How Will I Live Tomorrow?
Possible Damage
Sputnik
Quattro Stagioni
Blame It On The Money
Full Speed Ahead
Instrumental #1
Fuck The World
Cancer
111/254
Bastards
So Fracking What?
Eingebildet Muss Gebildet Werden
Instrumental #2
The Green Mile
Crust
Prepare For War
Always The Same
Realitatsschwund
Quattro Stagioni (live)
Hirnwaschestrasse (live)
Intro/ Eingebildet Muss Gebildet Werden (live)
Sputnik (live)
The Brains Of Her Supplier (live)
Kaputt-alism (live)
Quattro Stagioni (live)
Blame It On The Money (live)
Aupassungsmaschinerie (live)
Kriegsmonologe (live)
Instrumental #1 (live)
How Will I Live Tomorrow (live)
So Fucking What? (live)
Crust (live)
The Brains Of Her Supplier (live)
Previous Track (live)
Intro/ Quattro Stagioni (live)
Remix
Download!
Crossed Out - 1990-1993
Essencial. Isso foi o que o Crossed Out foi e continua sendo, mesmo tendo se passado mais de 20 anos desde sua formação, a banda continua influente até hoje, principalmente em bandas como Iron Lung, low Threat Profile, Vacuum, etc. Formado em 1990, o grupo fez parte da "primeira onda" do powerviolence, sendo mais uma das bandas seminais do gênero, sua formação contava com Scot Golia na guitarra, Tad Miller na bateria, Rich Hart no baixo e Dallas Van Kempen no vocal, creio que nenhum dos integrantes tenham tocado em outras bandas (powerviolence) após o fim do grupo, em 1993.
Em sua curta carreira, a banda lançou apenas uma demo (lançada pela própria banda), um EP (pela Slap A Ham), dois splits (um com o Man Is The Bastard e outro com o Dropdead, o primeiro pela Slap A Ham e o segundo por 5 diferentes selos), partipou de uma coletânea e fez cerca de 16 shows, apenas, porém, o bastante para entrar para a história do powerviolence como uma das bandas mais respeitadas e influentes do gênero. O Crossed Out foi uma das atrações (juntamente com o Man Is The Bastard, Capitalist Casualties e o No Comment) do primeiro festival Fiesta Grande, que reuniu, em 7 edições anuais, as principais bandas do powerviolence. Em 1993, em seu último ano de existência, após a saída de Rich Hart da banda, Eric Wood (Pissed Happy Children, Neanderthal, Man Is The Bastard, Bastard Noise) se ofereceu para tocar baixo na banda, ficando então ate a dissolução da banda no final daquele mesmo ano.
Lançado pela Slap A Ham em 1999, O álbum que disponibilizo aqui, nada mais é que uma grande coletânea com todos os lançamentos da banda em sua existência, mais gravações de aparições em rádio, sons ao vivo e de ensaios e músicas não lançadas, ou seja, um prato cheio não só para os que já conhecem a banda, mas também para os que ainda não a conhecem, pois já poderão ouvir de uma só vez tudo que a banda produziu em seus 3 anos de existência, na época em que foi lançado, tanto o cd quanto o vinil vinham com um encarte de 20 páginas, em forma de fanzine, contendo flyers de shows e as letras das músicas, hoje tanto este álbum quanto os outros lançamentos da banda são considerados raríssimos e vendidos a preços absurdos em sites como o Ebay. Sobre o som da banda, não tem muito o que dizer, a banda mostrava um som extremamente rápido, na mesma pegada de outras bandas seminais como o Infest e o No Comment, principalmente esta última, porém o Crossed Out trazia um som um pouco mais "encorpado", lembrando às vezes, bandas mais pesadas como Neanderthal e o próprio Man Is The Bastard.
O álbum reúne 47 músicas que traduzem perfeitamente o que foi aquela época da ascenção da "West Coast Powerviolence", e claro, é um grande legado para os fãs do gênero!
Tracklist:
Internal
He-Man
Locked In
Fraud
Crown Of Thorns
Force Of Habit
Crutch
Supremacy
Ulcer
Neglect
Suffocate
Selfserve
Homegrown
Crown Of Thorns
Internal
Practiced Hatred
Pure Delusion
Society
Lowlife
Scapegoat
Vacuum
No Truth
Fraud
Letch
Never Forget
He-man
Suicide Of A Species
Selfish Achiever
Advice
Locked In
Fraud
Ulcer
He-man
Internal
Suffocate
Supremacy
Force Of Habit
Homegrown
Selfserve
Crown Of Thorns
Neglect
Jihad
Protestor (Negative Fx)(No Vox)
Pure Delusion
Lowlife
Nightstalker
Practiced Hatred
Download!
Em sua curta carreira, a banda lançou apenas uma demo (lançada pela própria banda), um EP (pela Slap A Ham), dois splits (um com o Man Is The Bastard e outro com o Dropdead, o primeiro pela Slap A Ham e o segundo por 5 diferentes selos), partipou de uma coletânea e fez cerca de 16 shows, apenas, porém, o bastante para entrar para a história do powerviolence como uma das bandas mais respeitadas e influentes do gênero. O Crossed Out foi uma das atrações (juntamente com o Man Is The Bastard, Capitalist Casualties e o No Comment) do primeiro festival Fiesta Grande, que reuniu, em 7 edições anuais, as principais bandas do powerviolence. Em 1993, em seu último ano de existência, após a saída de Rich Hart da banda, Eric Wood (Pissed Happy Children, Neanderthal, Man Is The Bastard, Bastard Noise) se ofereceu para tocar baixo na banda, ficando então ate a dissolução da banda no final daquele mesmo ano.
Lançado pela Slap A Ham em 1999, O álbum que disponibilizo aqui, nada mais é que uma grande coletânea com todos os lançamentos da banda em sua existência, mais gravações de aparições em rádio, sons ao vivo e de ensaios e músicas não lançadas, ou seja, um prato cheio não só para os que já conhecem a banda, mas também para os que ainda não a conhecem, pois já poderão ouvir de uma só vez tudo que a banda produziu em seus 3 anos de existência, na época em que foi lançado, tanto o cd quanto o vinil vinham com um encarte de 20 páginas, em forma de fanzine, contendo flyers de shows e as letras das músicas, hoje tanto este álbum quanto os outros lançamentos da banda são considerados raríssimos e vendidos a preços absurdos em sites como o Ebay. Sobre o som da banda, não tem muito o que dizer, a banda mostrava um som extremamente rápido, na mesma pegada de outras bandas seminais como o Infest e o No Comment, principalmente esta última, porém o Crossed Out trazia um som um pouco mais "encorpado", lembrando às vezes, bandas mais pesadas como Neanderthal e o próprio Man Is The Bastard.
O álbum reúne 47 músicas que traduzem perfeitamente o que foi aquela época da ascenção da "West Coast Powerviolence", e claro, é um grande legado para os fãs do gênero!
Tracklist:
Internal
He-Man
Locked In
Fraud
Crown Of Thorns
Force Of Habit
Crutch
Supremacy
Ulcer
Neglect
Suffocate
Selfserve
Homegrown
Crown Of Thorns
Internal
Practiced Hatred
Pure Delusion
Society
Lowlife
Scapegoat
Vacuum
No Truth
Fraud
Letch
Never Forget
He-man
Suicide Of A Species
Selfish Achiever
Advice
Locked In
Fraud
Ulcer
He-man
Internal
Suffocate
Supremacy
Force Of Habit
Homegrown
Selfserve
Crown Of Thorns
Neglect
Jihad
Protestor (Negative Fx)(No Vox)
Pure Delusion
Lowlife
Nightstalker
Practiced Hatred
Download!
22 de nov. de 2011
Vile Intent - Shadow Of The Skull
Não! Apesar de soar como uma banda totalmente perdida da primeira onda do Powerviolence se trata de uma banda novissima... Formada em 2007 em Montreal/Canada o Vile Intent é formado por: Jay (baixo), Hans (Bateria), Martin (Guitarra) e Brant (vocais) e desde sua formação a banda vem constantemente seguindo em turnês atraves do Canadá e Estados Unidos"Shadow of The Skull", é o primeiro 7" da banda lançado pela Choking Hazard Records no ano de 2010... Anterior a esse album a própria banda lançou dois registros em formato K-7 uma "Demo" em 2008 e algumas gravações ao vivo coletadas durantes as turnês entitulado como "MMX" em 2010 o 7" contem duas regravações da Demo são 7 faixas em aproximadamente 10 minutos! Um som rápido, cru e extremamente agressivo que nos remete à bandas seminais como o Neanderthal, Crossed Out e No Comment... conta com vocais urrados e desesperados por parte de Brant e levadas simples porem muito bem executadas e encaixadas entre intensos Blast beats e partes mais arrastadas!
A qualidade da gravação (Knigthtbus) tambem é curiosa, pois mesmo sendo um album tão recente lembra muito as que eram feitas na primeira onda dando uma enfâse ainda maior ao que citei no inicio!
Não traz muita novidade a quem já está habituado ao estilo, porem é uma banda muito interessante e vale a pena a audição! É realmente dificil encontrar informações dessa banda então pra quem estiver interessado pelas atividades mais recentes só clicar aqui para ser redirecionado para o blog da mesma.
Tracklist:
Menagerie
Poke
Teeth
All Talk (Loony Tunes)
Masquerade
Pnuemoorthax
Front
Download!
Lack Of Interest - Trapped Inside
O Lack Of Interest foi formado em 1990 em Burbank, na California, na época da "ascenção" do powerviolence e fazia (na verdade ainda faz, pois estão na ativa até hoje) um som cru, rápido e pesado. A banda passou por alterações de vocalistas ao longo dos anos e hoje conta com Mike R (que voltou depois de alguns anos fora da banda) e Rick nos vocais, Isaac na guitarra, Bob (Low Threat Profile) na bateria e Chris Dodge (Low Threat Porfile, Spazz e mais um milhão de bandas) no baixo.
Apesar de muitos anos de estrada, o grupo não possui tantos lançamentos quanto as outras bandas, lançaram apenas alguns splits e participaram mais de coletâneas no decorrer dos anos (as mais recentes foram a "This Comp Kills Fascists Volume 2" pela Deep Six e a "Short Fast & Loud" pela Six Weeks, lançadas em 2010 e 2011, respectivamente), tendo lançado apenas dois álbuns em todo esse tempo. Este que posto aqui hoje foi o primeiro álbum lançado pela banda (antes já haviam lançado alguns splits e participado de coletâneas), e a formação que conta neste álbum era Rick no vocal, Mike (outro cara, não o Mike R) no baixo, Isaac na guitarra e Bob na bateria.
Lançado em 1999 pela Slap A Ham Records, este é o trabalho mais conhecido dos caras, principalmente por aqui no Brasil e, traz uma sonoridade pesada, com músicas bastante rápidas e curtas, porém o que mais chama atenção aqui com certeza é o vocal de Rick, que mais parece um cachorro raivoso, chega até a ser engraçado às vezes, mas é um vocal devidamente agressivo, casando completamente com a sonoridade feita no álbum e principalmente, com as letras, carregadas de ódio e desesperança (incluí as letras no zip).
O álbum possui 24 músicas em apenas 14 minutos, nem precisa falar mais muita coisa né? É brutalidade do início ao fim, o som é direto, sem muitas variações de ritmo, as músicas são praticamente emendadas umas as outras, praticamente sem introdução, já com o vocal raivoso de Rick entrando de cara na maioria das músicas, cuspindo as palavras rapidamente para logo depois a música terminar e já vir a próxima, destaco aqui a faixa "Wasted Effort", que difere de todas as outras do cd, começando apenas com o som do baixo, sendo logo cortado por um longo urro de Rick, como se estivesse vindo de ataque pra cima do ouvinte! Vale a pena conferir, indicado para fãs de No Comment e Infest!
Tracklist:
Behind Bars
Suicidal
What's Wrong
You Hate You
Homeless
Alone Once Again
Lost It
Looking Blindly
Force Fed
No Solution
My Life
Wasted Effort
One Trust
Brainwashed
Impeached
Tough Guy
Empty Pockets
Social Inequality
Stop Hate Unite
What's Up
Escape Reality
I Know
Nothing
Disciplined
Download!
Apesar de muitos anos de estrada, o grupo não possui tantos lançamentos quanto as outras bandas, lançaram apenas alguns splits e participaram mais de coletâneas no decorrer dos anos (as mais recentes foram a "This Comp Kills Fascists Volume 2" pela Deep Six e a "Short Fast & Loud" pela Six Weeks, lançadas em 2010 e 2011, respectivamente), tendo lançado apenas dois álbuns em todo esse tempo. Este que posto aqui hoje foi o primeiro álbum lançado pela banda (antes já haviam lançado alguns splits e participado de coletâneas), e a formação que conta neste álbum era Rick no vocal, Mike (outro cara, não o Mike R) no baixo, Isaac na guitarra e Bob na bateria.
Lançado em 1999 pela Slap A Ham Records, este é o trabalho mais conhecido dos caras, principalmente por aqui no Brasil e, traz uma sonoridade pesada, com músicas bastante rápidas e curtas, porém o que mais chama atenção aqui com certeza é o vocal de Rick, que mais parece um cachorro raivoso, chega até a ser engraçado às vezes, mas é um vocal devidamente agressivo, casando completamente com a sonoridade feita no álbum e principalmente, com as letras, carregadas de ódio e desesperança (incluí as letras no zip).
O álbum possui 24 músicas em apenas 14 minutos, nem precisa falar mais muita coisa né? É brutalidade do início ao fim, o som é direto, sem muitas variações de ritmo, as músicas são praticamente emendadas umas as outras, praticamente sem introdução, já com o vocal raivoso de Rick entrando de cara na maioria das músicas, cuspindo as palavras rapidamente para logo depois a música terminar e já vir a próxima, destaco aqui a faixa "Wasted Effort", que difere de todas as outras do cd, começando apenas com o som do baixo, sendo logo cortado por um longo urro de Rick, como se estivesse vindo de ataque pra cima do ouvinte! Vale a pena conferir, indicado para fãs de No Comment e Infest!
Tracklist:
Behind Bars
Suicidal
What's Wrong
You Hate You
Homeless
Alone Once Again
Lost It
Looking Blindly
Force Fed
No Solution
My Life
Wasted Effort
One Trust
Brainwashed
Impeached
Tough Guy
Empty Pockets
Social Inequality
Stop Hate Unite
What's Up
Escape Reality
I Know
Nothing
Disciplined
Download!
21 de nov. de 2011
The Endless Blockade - Primitive
Formado em 2003 proveniente de Toronto, Canadá o The Endless Blockade é de longe minha banda favorita dessa nova era de ascensão do Powerviolence, a banda conta com Andrew Nollan (Shank, Pig Heath Transplant), Bem Edgar, Erick King, Matthew Carroll (Death Agonies) e Ryan Bloomer (Flatline Construct, Piss Horn) o som da banda remete as bandas clássicas do gênero, como o Man is the Bastard, No Comment... Nota-se tambem uma grande influencia de D-beat o que torna algumas passagens muito particulares da banda!"Primitive" foi o segundo album da banda, gravado por Chris Hegge em 2007 no Estudio AudioLab e mixado e masterizado no Visceral Sound lançado em 2008 pela 20 Buck Spin é na minha opnião seu registro mais marcante (apesar de pra mim não ser o melhor...) se destaca pela qualidade da gravação e pela experimentação, curtas faixas de barulho, chiados, samplers bizarros tudo isso vez ou outra somando-se ao vocal insano de Andrew Nollan que por vezes se alternam aos Blasts beats que seguem velozes e derrepente caem numa profunda e pesada levada Sludge ou em um ritmado D-beat que prossegue sem deixar o som perder sua agressividade!
Apesar de levar o nome "primitive" esse album acaba mostrando exatamente o contrário, é um tipo de experimentação sonora antiga do Powerviolence muito explorado principalmente pelo Man is the Bastard porem com esse "ar contemporâneo" que acabou revigorando e ajudando a fortaleçer o aparecimento de novas bandas seguindo na mesma onda dou enfâse as faixas "The Endless Blockade" pela participação de Jello Biafra nos vocais, e "Do not ressucitate" um Sludge/Noise que praticamente define a banda!
Pra quem não está habituado com o estilo é bom estar de cabeça aberta pra ouvir, e pra quem já pira no gênero e não conhece é um prato cheio! Boa audição!
Tracklist:
Angra Mainyu
Irrationalism Liberalles
Raised By Wolves
Death To Spies
Pig Life
Perfection
The Stain
Thick Skin. Transparent Blood
Like Partridges
The Endless Blockade
93 93/93
Path
Do Not Resuscitate
Download!
Fuck On The Beach - Eat 'Em All
Mais Fuck On The Beach! Após 10 anos do lançamento de seu segundo álbum (Endless Summer), os malditos japoneses finalmente lançam um novo álbum! A banda, que este ano está completando 15 anos de existência, já passou por diversas formações e hoje conta com Atsushi no baixo, Kimura (Vivisick) na bateria e Tsuyosy (o demente que fundou a banda, logo, o único que está desde o início) no vocal. Lançaram diversos EP's e splits com várias bandas e por diferentes selos; este que trago aqui hoje é o terceiro álbum da banda, lançado pelo selo alemão Regurgitated Semen Records em 100 cópias limitadas (vinil azul).
Neste novo álbum a banda continua fazendo o que realmente sabe de melhor: barulho! O álbum soa um pouco diferente dos antecessores, principalmente da época mais "retardada" da banda em que as músicas eram extremamente rápidas e berradas, mas também não se assemelha muito com a sonoridade do Endless Summer, que trazia um som mais pesado e denso. O que ouvimos neste álbum é um Fuck On The Beach rápido, sem perder o peso e muito bem executado, destaque também para os vocais, que Tsuyosy divide com Atsushi em todas as músicas, dando aquele velho ar de insanidade mental que o Fuck On The Beach sabe mostrar muito bem!
Apesar de soar diferente dos outros trabalhos da banda, este novo álbum não decepciona, pelo contrário, mostra que a banda mesmo depois de mudanças de formações, turnês e 15 anos de gritaria, barulho e insanidade ainda sabe muito bem o que faz e faz muito bem neste álbum! Vale a pena a audição!
Tracklist:
Eat 'em All
Days of Waste Time
Lost Myself
Relief
From Despair
Don't Be Afraid
Truth of Fiction
Cry, Cry, Cry, Cry...
Hate Myself
Empty Desire
Choose Death
Fuck on the Beach
Download!
Neste novo álbum a banda continua fazendo o que realmente sabe de melhor: barulho! O álbum soa um pouco diferente dos antecessores, principalmente da época mais "retardada" da banda em que as músicas eram extremamente rápidas e berradas, mas também não se assemelha muito com a sonoridade do Endless Summer, que trazia um som mais pesado e denso. O que ouvimos neste álbum é um Fuck On The Beach rápido, sem perder o peso e muito bem executado, destaque também para os vocais, que Tsuyosy divide com Atsushi em todas as músicas, dando aquele velho ar de insanidade mental que o Fuck On The Beach sabe mostrar muito bem!
Apesar de soar diferente dos outros trabalhos da banda, este novo álbum não decepciona, pelo contrário, mostra que a banda mesmo depois de mudanças de formações, turnês e 15 anos de gritaria, barulho e insanidade ainda sabe muito bem o que faz e faz muito bem neste álbum! Vale a pena a audição!
Tracklist:
Eat 'em All
Days of Waste Time
Lost Myself
Relief
From Despair
Don't Be Afraid
Truth of Fiction
Cry, Cry, Cry, Cry...
Hate Myself
Empty Desire
Choose Death
Fuck on the Beach
Download!
20 de nov. de 2011
Spazz - Crush, Kill, Destroy
SPAZZ! O nome mais conhecido do powerviolence, principalmente aqui em terras Brasileiras, o Spazz foi (e talvez continua sendo) a maior influência de grande parte das bandas de powerviolence que surgiram por aqui. Formado por Chris Dodge (Lack Of Interest, Despise You, Low Threat Profile e mais uma dezena de bandas) no baixo e vocal, Dan Bolleri (tocou apenas no Spazz e após o fim da banda tornou-se Dj com a alcunha de DJ Eons One) na guitarra e vocal e Max Ward (What Happens Next?, Scholastic Death, Plutocracy e muitas outras bandas) na bateria e vocal, o grupo esteve em atividade de 1992 a 2000, lançando muitos (quando digo muitos, no caso do Spazz são muitos MESMO!) splits, EP's e participando de diversas coletâneas de diferentes selos.
Uma importantíssima banda no powerviolence, o Spazz foi um dos grandes responsáveis por consolidar de vez o gênero não só musicalmente, mas também em termos de "logística e organização", visto que tanto Chris Dodge quanto Max Ward possuíam selos independentes (Slap A Ham e 625 Thrashcore, respectivamente) que foram responsáveis por muitos lançamentos de inúmeras bandas de powerviolence da época, sem contar com os festivais Fiesta Grande (organizado por Chris Dodge com sua Slap A Ham) e Super Sabado Gigante (organizado por Max Ward em nome da 625 Thrashcore), dois grandes festivais que juntavam as principais bandas do gênero e que foram responsáveis pelo surgimento de inúmeras outras bandas; enfim, pode-se dizer que não gostar (ou ao menos não reconhecer sua importância) de Spazz equivale a um fã de heavy metal não gostar de Black Sabbath, só pra exemplificar a importância desses caras.
Uma das principais características da banda era o senso de humor ácido e as frequentes citações e alusões a filmes de kung-fu, filmes-B e luta livre, fora o incontável uso de vinhetas, não só entre as músicas, mas também durante as músicas costumavam usar samplers com batidas de Hip-Hop, falas de filmes-B e às vezes até trechos de músicas de jazz. Outra característica forte deles eram as artes dos álbuns, que ao contrário das bandas da época, que faziam artes extremamente simples (vide o Neanderthal, Infest e Man Is The Bastard) muitas vezes contando apenas com o nome da banda e do álbum na capa, o Spazz usavam muitas imagens de filmes de kung fu, colagens, caricaturas e desenhos nas artes e capas dos álbuns, com certeza era a banda que mais caprichava e se diferenciava nesse quesito.
Lançado em 1999, este álbum que posto aqui hoje foi o último registro da banda e talvez o mais rápido e agressivo deles, o álbum é do início ao fim cheio de críticas à cena. Ninguém se salva, os caras mandam críticas pesadas (mas tudo naquele belo, ácido e sarcástico humor negro) aos colecionadores de discos, aos "punks da web" (isso em 1999 hein), aos críticos musicais entre outras cretinices que vemos até hoje (aqui no Brasil, inclusive) em meio a "cena underground". Tudo que comentei sobre a banda até agora pode ser conferido neste álbum, as vinhetas, as referências a filmes, o humor ácido e o principal: a agressividade mesclada com a experimentação musical. Apesar da banda ter terminado em sua época mais ferrenha, deixaram um ótimo e enorme legado, e como último registro este belo petardo recheado de críticas e de músicas rápidas, Let's fucking GO!
Tracklist:
Zodiak
Snowcone Ribplate
Cool Guy
Dwarf Goober Militia
Let's Fucking Go!!!
Complete And Utter Eradication Of All Generic Pop Punk (Extended Version)
Sword Of The Lord
A Legend In Your Own Mind
Street Jam To The Second Power
Hort
Black N Dekker Crusty Wrecker
Bobby Dee In The Hour Of Chaos
Gary Monardo's Record Vault Shirt
Not Even Phased
Campaign For Emo Destruction
Hardcore Before Mark McCoy Was Emo Semen
Sluta
shovetheinternetupyourgapinganalcavity@dork.com
Hoarder
Now 50% More Pants Shitting
Let The Beatings Commence
Chris Pooped At The Skatepark
Jeb For Ruler Of The (Formerly) Free World
Staayyyle
Crush Kill Destroy
Download!
Uma importantíssima banda no powerviolence, o Spazz foi um dos grandes responsáveis por consolidar de vez o gênero não só musicalmente, mas também em termos de "logística e organização", visto que tanto Chris Dodge quanto Max Ward possuíam selos independentes (Slap A Ham e 625 Thrashcore, respectivamente) que foram responsáveis por muitos lançamentos de inúmeras bandas de powerviolence da época, sem contar com os festivais Fiesta Grande (organizado por Chris Dodge com sua Slap A Ham) e Super Sabado Gigante (organizado por Max Ward em nome da 625 Thrashcore), dois grandes festivais que juntavam as principais bandas do gênero e que foram responsáveis pelo surgimento de inúmeras outras bandas; enfim, pode-se dizer que não gostar (ou ao menos não reconhecer sua importância) de Spazz equivale a um fã de heavy metal não gostar de Black Sabbath, só pra exemplificar a importância desses caras.
Uma das principais características da banda era o senso de humor ácido e as frequentes citações e alusões a filmes de kung-fu, filmes-B e luta livre, fora o incontável uso de vinhetas, não só entre as músicas, mas também durante as músicas costumavam usar samplers com batidas de Hip-Hop, falas de filmes-B e às vezes até trechos de músicas de jazz. Outra característica forte deles eram as artes dos álbuns, que ao contrário das bandas da época, que faziam artes extremamente simples (vide o Neanderthal, Infest e Man Is The Bastard) muitas vezes contando apenas com o nome da banda e do álbum na capa, o Spazz usavam muitas imagens de filmes de kung fu, colagens, caricaturas e desenhos nas artes e capas dos álbuns, com certeza era a banda que mais caprichava e se diferenciava nesse quesito.
Lançado em 1999, este álbum que posto aqui hoje foi o último registro da banda e talvez o mais rápido e agressivo deles, o álbum é do início ao fim cheio de críticas à cena. Ninguém se salva, os caras mandam críticas pesadas (mas tudo naquele belo, ácido e sarcástico humor negro) aos colecionadores de discos, aos "punks da web" (isso em 1999 hein), aos críticos musicais entre outras cretinices que vemos até hoje (aqui no Brasil, inclusive) em meio a "cena underground". Tudo que comentei sobre a banda até agora pode ser conferido neste álbum, as vinhetas, as referências a filmes, o humor ácido e o principal: a agressividade mesclada com a experimentação musical. Apesar da banda ter terminado em sua época mais ferrenha, deixaram um ótimo e enorme legado, e como último registro este belo petardo recheado de críticas e de músicas rápidas, Let's fucking GO!
Tracklist:
Zodiak
Snowcone Ribplate
Cool Guy
Dwarf Goober Militia
Let's Fucking Go!!!
Complete And Utter Eradication Of All Generic Pop Punk (Extended Version)
Sword Of The Lord
A Legend In Your Own Mind
Street Jam To The Second Power
Hort
Black N Dekker Crusty Wrecker
Bobby Dee In The Hour Of Chaos
Gary Monardo's Record Vault Shirt
Not Even Phased
Campaign For Emo Destruction
Hardcore Before Mark McCoy Was Emo Semen
Sluta
shovetheinternetupyourgapinganalcavity@dork.com
Hoarder
Now 50% More Pants Shitting
Let The Beatings Commence
Chris Pooped At The Skatepark
Jeb For Ruler Of The (Formerly) Free World
Staayyyle
Crush Kill Destroy
Download!
Dead Language - S/T 12"
Composta por Andrew Beattie (No Comment/Man is the Bastard/Low Threat Profile), David Bailey (Running for Cover), Greg Wilkinson (Pig Heart Transplant/Brainoil), Nick Turner (Walls) Jensen Ward e Jon Kortland (Iron Lung) o Dead Language teve seu primeiro LP lançado no ano de 2011 pela Iron Lung Records em formato de vinil 12 polegadas.Esse registro que posto agora se trata desse 12" e é supreendente por varios motivos, a capa é toda escrita, fazendo alusão ao nome da banda, as letras e créditos estão todos impressos na parte interior da capa do disco o que acaba dificultando bastante a leitura... o som apesar de se tratar de uma banda de Powerviolence mais moderna, não deixa de lembrar bandas como o Crossed Out ou mesmo o Man is the Bastard (nota-se inclusive umas escalas de baixo perdidas entre as barulhentas distorções e ruidos que dá uma vontade imensa de largar tudo e colocar o velho D.I.Y.C.D. pra tocar!)
O som é violento, massivo e conta com uma torrente de ruidos atmosféricos, os Riffs lembram muito as composições do Iron Lung e casam perfeitamente com os vocais agressivos de Andrew Beattie e Jansen Ward.
Nas letras você se depara com temas como paranóia, descrença, rejeição a sociedade... Nas faixas “Paranoia”, “Ignorance”, “A New Dark Age” e “Misanthropy” percebe-se claramente a aversão que o Dead Language tem por esse mundo!
Se você procura por simpatia e mensagens de positividade então nem baixe esse material, pois o ódio e negatividade escorre das caixas de som a cada riff ou a cada palavra que Beattie pronuncia!
Tracklist:
Paranoia
Kingdom Come
Taking Control
They're Still Out There
We Are Watching You Fail
Sort Straw
Ignorance
A New Dark Age
Misanthropy
Download!
19 de nov. de 2011
Infest - 1991 KXLU Radio Show
Golpeado bem no meio da cara. É assim que você se sente quando a guitarra de Matt Domino e o grito furioso de Joe Denunzio entram na primeira faixa, esse é o Infest e sua principal marca: fúria. Com certeza a banda mais influente para o powerviolence em geral, o Infest iniciou as atividades em 1986, influenciados pelo hardcore youth crew da época e bandas como Negative Approach e Negative FX.
O Infest talvez seja uma das bandas mais famosas do período seminal do powerviolence, admirada e respeitada tanto pelos aficionados pelo gênero quanto por fãs de thrashcore e youth crew, a banda era formada por Joe Denunzio nos vocais, Matt Domino na guitarra, Dave Ring no baixo e Chris Clift na bateria e faziam um hardcore extremamente rápido e pesado, completamente diferente do que era feito na época, principalmente em termos de letras, muitas delas falando sobre guerras, críticas sociais e políticas e o conformismo da geração daquela época. Uma das principais da características da banda era o vocal raivoso de Joe Denunzio, que berrava furiosamente as letras das músicas nos poucos segundos que possuiam.
O Infest esteve ativo até 1996 e lançou alguns EP's, dois álbuns e participou de diversas coletâneas pela Deep Six e Slap A Ham; este que posto aqui hoje foi um álbum lançado pela Deep Six em 2001 e trata-se de um registro ao vivo de uma apresentação da banda em uma rádio local da California no dia 1 de Julho de 1991, a apresentação foi capturado na íntegra, inclusive com os comentários do radialista e as trilhas entre algumas músicas do Infest. O que ouvimos é um som cru e rápido, somado o peso e a fúria da banda em exatos 19 minutos de show, quase todas as músicas são executadas seguidamente, como se fosse um espancamento contra o ouvinte. Um ótimo registro de uma das melhores e mais agressivas bandas da época!
Tracklist:
Slacked Down
Mankind
Judge Me
Blinder
Nothing's Changed
Once Lost
Speak Easy
Kill The Peace
Excess Pig
Why Don't You
Sick And Tired
Just Act Blind
Seen It All Before
Slave
Pickled
Sicko
Break The Chain
My World, My Way
Download!
O Infest talvez seja uma das bandas mais famosas do período seminal do powerviolence, admirada e respeitada tanto pelos aficionados pelo gênero quanto por fãs de thrashcore e youth crew, a banda era formada por Joe Denunzio nos vocais, Matt Domino na guitarra, Dave Ring no baixo e Chris Clift na bateria e faziam um hardcore extremamente rápido e pesado, completamente diferente do que era feito na época, principalmente em termos de letras, muitas delas falando sobre guerras, críticas sociais e políticas e o conformismo da geração daquela época. Uma das principais da características da banda era o vocal raivoso de Joe Denunzio, que berrava furiosamente as letras das músicas nos poucos segundos que possuiam.
O Infest esteve ativo até 1996 e lançou alguns EP's, dois álbuns e participou de diversas coletâneas pela Deep Six e Slap A Ham; este que posto aqui hoje foi um álbum lançado pela Deep Six em 2001 e trata-se de um registro ao vivo de uma apresentação da banda em uma rádio local da California no dia 1 de Julho de 1991, a apresentação foi capturado na íntegra, inclusive com os comentários do radialista e as trilhas entre algumas músicas do Infest. O que ouvimos é um som cru e rápido, somado o peso e a fúria da banda em exatos 19 minutos de show, quase todas as músicas são executadas seguidamente, como se fosse um espancamento contra o ouvinte. Um ótimo registro de uma das melhores e mais agressivas bandas da época!
Tracklist:
Slacked Down
Mankind
Judge Me
Blinder
Nothing's Changed
Once Lost
Speak Easy
Kill The Peace
Excess Pig
Why Don't You
Sick And Tired
Just Act Blind
Seen It All Before
Slave
Pickled
Sicko
Break The Chain
My World, My Way
Download!
Hatred Surge - Deconstruct
O Hatred Surge se trata de um projeto do vocalista e multi-instrumentista Alex Hughes, criada em Denton, e com um tempo migrou para Austin.Alex Hughes já é um nome conhecido na cena Metal/Hardcore Texana, passando por bandas como Insect Warfare, Machine Gum Romantics e o auto-intitulado "Gulf Coast Powerviolence" do Knuckle Scraper, o primeiro EP foi lançado em 2005 e foi inteiramente gravado pelo próprio Alex Hughes, que seguiu durante algum tempo lançando alguns EPs e Splits dessa forma, tendo a participação de Faiza Kracheni nos vocais
Deconstruct, foi o primeiro LP da banda, e também o primeiro registro do Hatred Surge como uma banda (formada em 2008), gravado no The Bubble (curiosidade que se trata de um estudio de nome em produçoes Indie Rock, não especializado em Hardcore) em Austin!
A banda conta com Alex Hughes no Baixo e vocais, Faiza Kracheni (Mindless) nos vocais, Chris Ulsh (Mamoth Grinder, The impalers) na Guitarra, Mike Sharp (The impalers) na bateria e conta com a participação de Gargling Urine (Insect Warfare) fazendo vocal em algumas faixas.
O Álbum tem uma atmosfera grossa e pesada, ouvi-lo é como ter o coração pressionado por 1 tonelada! Uma mistura de Doom Metal, Grindcore e Hardcore Punk! Como registro de Powerviolence lembra de longe o proprio Knuckle Scraper e Machine Gum Romantics... porem sem o senso de humor... ou melhor com um "humor" mais apocaliptico na base dos pioneiros do Man is the Bastard!
O conteúdo é Lirico e Niilista caracteristica de bandas de Death Metal e Grindcore o album mesmo com essa enorme "mistura de generos" segue de forma extremamente arquitetada, os vocais e os riffs muitas vezes extremamente divergentes, deixando clara a capacidade da banda!
Tracklist:
Deconstruct Pt.I / Weightless
Draw The Curtains
Skull Cell
Dark Circles
The Slithering
Outsider
Rotten To Forgotten
Maladjusted
Deconstruct Pt.II
Out Of Balance
Feeding
Big Smile
Sleep Terrorizer
Lethal Pedigree
I Hate
Infinity
Download!
18 de nov. de 2011
Neanderthal - Complete Fighting Music
Continuando com a série de bandas seminais, o Neanderthal foi a primeira banda a se "auto-intitular" como powerviolence e a primeira a usar o termo West Coast Powerviolence, que seria largamente usado dali em diante.
Contavam com Eric Wood (que após o fim do Neanderthal formaria o Man Is The Bastard) no baixo e vocal e Matt Domino (Infest) na guitarra e bateria (ao vivo quem comandava as baquetas era Joel Connell, que já havia tocado com Wood no Pissed Happy Children e formaria junto com ele, o Man Is The Bastard) definiu de uma vez por todas o que era o powerviolence, mostrando a fusão de um som pesado e primitivo (que seria ainda mais trabalhado pelo Man Is The Bastard) com agressividade e velocidade (que já era feito por bandas como No Comment e o próprio Infest), contando ainda com letras curtas e pesadas, carregadas de críticas a sociedade, assim, definindo e diferenciando de vez o powerviolence dos outros gêneros.
A banda durou apenas um ano (de 1990 à 1991) e nesse período lançou um 7" EP e um split com o Rorschach, porém, foi o bastante para se tornar uma das bandas mais respeitadas do gênero e também a principal referência quando se fala de powerviolence. Este álbum que estou postando não é um lançamento oficial (foi lançado em 1996 sabe-se lá por qual selo, em 300 cópias numeradas a mão), mas abrange tudo o que foi lançado pela banda, ou seja, as músicas do primeiro lançamento do grupo, o "Fighting Music 7"" mais o split com o Rorschach e uma música "inédita" (creio que deva ter sido tirada de alguma coletânea da Slap A Ham Records) totalizando 8 sons, destaque para a "Fighting Music (Let The Games Begin)" que conta com os vocais de Joe Denunzio, vocalista do Infest e também para a "Built For Brutality", de apenas 16 segundos, a mais curta de todo o álbum.
E apenas a título de curiosidade, existe um álbum parecido com este "Complete Fighting Music", lançado pela Slap A Ham Records no ano 2000, chamado "Undisputed Fighting Music", contendo estas mesmas 8 músicas porém em ordem diferente, este álbum é raríssimo, visto que foram prensadas apenas 6 cópias dele. Já que não temos como adquirir o físico, então fiquemos com o virtual para apreciar o som de um dos maiores nomes do powerviolence!
Tracklist:
Crawl
Neuter
Brain Tourniquet
Mind Eraser
Kill, Eat And Breed
Fighting Music (Let The Games Begin)
Fluids
Built For Brutality
Download!
Contavam com Eric Wood (que após o fim do Neanderthal formaria o Man Is The Bastard) no baixo e vocal e Matt Domino (Infest) na guitarra e bateria (ao vivo quem comandava as baquetas era Joel Connell, que já havia tocado com Wood no Pissed Happy Children e formaria junto com ele, o Man Is The Bastard) definiu de uma vez por todas o que era o powerviolence, mostrando a fusão de um som pesado e primitivo (que seria ainda mais trabalhado pelo Man Is The Bastard) com agressividade e velocidade (que já era feito por bandas como No Comment e o próprio Infest), contando ainda com letras curtas e pesadas, carregadas de críticas a sociedade, assim, definindo e diferenciando de vez o powerviolence dos outros gêneros.
A banda durou apenas um ano (de 1990 à 1991) e nesse período lançou um 7" EP e um split com o Rorschach, porém, foi o bastante para se tornar uma das bandas mais respeitadas do gênero e também a principal referência quando se fala de powerviolence. Este álbum que estou postando não é um lançamento oficial (foi lançado em 1996 sabe-se lá por qual selo, em 300 cópias numeradas a mão), mas abrange tudo o que foi lançado pela banda, ou seja, as músicas do primeiro lançamento do grupo, o "Fighting Music 7"" mais o split com o Rorschach e uma música "inédita" (creio que deva ter sido tirada de alguma coletânea da Slap A Ham Records) totalizando 8 sons, destaque para a "Fighting Music (Let The Games Begin)" que conta com os vocais de Joe Denunzio, vocalista do Infest e também para a "Built For Brutality", de apenas 16 segundos, a mais curta de todo o álbum.
E apenas a título de curiosidade, existe um álbum parecido com este "Complete Fighting Music", lançado pela Slap A Ham Records no ano 2000, chamado "Undisputed Fighting Music", contendo estas mesmas 8 músicas porém em ordem diferente, este álbum é raríssimo, visto que foram prensadas apenas 6 cópias dele. Já que não temos como adquirir o físico, então fiquemos com o virtual para apreciar o som de um dos maiores nomes do powerviolence!
Tracklist:
Crawl
Neuter
Brain Tourniquet
Mind Eraser
Kill, Eat And Breed
Fighting Music (Let The Games Begin)
Fluids
Built For Brutality
Download!
17 de nov. de 2011
Low Threat Profile - "Product #1" 7"
West Coast Powerviolence! O Low Threat Profile é uma banda oriunda da ensolarada Califórnia, conta com as ilustres presenças de nomes lendários do Powerviolence, Matt Domino (Neanderthal, Infest), Andrew Beattie (Man is The Bastard, No Comment), Bob Kasitz (Lack Of Interest) e Cris Dodge (Spazz, Despise You e mais uma caralhada de outras bandas)A banda foi formada em meados de 1995/1996, participaram de algumas coletâneas da Deep Six e 625, porem cozinharam um pouco os ansiosos por material próprio já que o primeiro 7" veio a ser lançado quase 14 anos após o inicio da banda!
O EP que posto a vocês agora se trata exatamente desse 7" gravado e mixado em 2001 lançado pela Deep Six Records e Draw Blank Records em Dezembro de 2009, Começa com um grito em "Kick My Hearth" que precede 11 sons que se esvaem em menos de 5 minutos, empolgantes, curtos, rápidos e extremamente precisos! O sentimento é mais ou menos como o de levar um direto de um boxeador profissional!
Os integrantes deixam muito claro a carga de experiência que trazem das outras bandas em que tocaram e ajudaram a definir o estilo, é uma verdadeira aula de Powerviolence! Para ouvir e re-ouvir milhares de vezes!
Tracklist:
Kick My Heart
Time For Rebirth
Judgement Passed
Corporate Cash Lies
Lessons In Cruelty
Build Back Your Walls
Nobody Fears You
Southern Hospitality
Ripe
The Product
You Are Parasite
Download!
No Comment - 87-93
Mais uma das bandas da fase do "nascimento" do powerviolence. Diretamente da famosa "west coast" (Costa Oeste dos EUA, área que abrange os Estados da California, Oregon e Washington), mais precisamente da California, o No Comment contava em sua formação com o vocalista Andrew "Andy" Beattie, que fez contribuições em diversas bandas de powerviolence (principalmente com o Man Is The Bastard) e continua ativo na cena até hoje com o Dead Language e o Low Threat Profile; a banda sempre se destacou pela velocidade e o peso do som, servindo de alicerce para muitas outras bandas que surgiriam depois.
Neste álbum encontra-se toda a discografia da banda enquanto ela esteve ativa (a banda acabou em 1993 mas lançou ainda um 7" com músicas inéditas, em 1994), inclusive sons ao vivo de apresentações em rádios e clubes da época. Destaque para as músicas do "Downsided 7", com certeza as mais agressivas de todo o álbum e também as que têm melhor qualidade de gravação, dando pra perceber bem a agrassevidade que a banda tinha, para se ter uma idéia, esse 7" possui 11 músicas e pouco mais de 5 minutos, enquanto o álbum ao todo possui 48 músicas em 51 minutos, não muito rápido né?
Tracklist:
S/T 7"
Skin Rape
Scum Human
World Of Difference
Modern Moses
Guinea Piglet Alone
Community Slugs
Jugular Scars
Live At The Country Club 4/89
For Tomorrows Sake
In The Name Of Stupidity
Modern Moses
Common Senseless 7"
For Tomorrows Sake
Saying Uncle
A Mothers Crime
Community Slugs
In The Name Of Stupidity
Farmer Hitler John
World Of Difference
Open Face Down
Live At Spanky's 6/90
A Mothers Crime
Community Slugs
Guinea Piglet Alone
World Of Difference
Skin Rape
Open Face Down
Jugular Scars
Live On "Full Throated Ordeal" KXLU 88.9 FM 3/93
Dead Stare For Life
Past Tense
Sarcastics
Distant
Hurt
Hacked To Chunks
Lament
Soiled By Hate
Downsided
Push Down And Turn
Curtains
Unreleased Track
Life
Downsided 7"
Dead Stare For Life
Past Tense
Sarcastics
Distant
Hurt
Hacked To Chunks
Lament
Soiled By Hate
Downsided
Push Down And Turn
Curtains + Bonus Live Tracks
Download!
Neste álbum encontra-se toda a discografia da banda enquanto ela esteve ativa (a banda acabou em 1993 mas lançou ainda um 7" com músicas inéditas, em 1994), inclusive sons ao vivo de apresentações em rádios e clubes da época. Destaque para as músicas do "Downsided 7", com certeza as mais agressivas de todo o álbum e também as que têm melhor qualidade de gravação, dando pra perceber bem a agrassevidade que a banda tinha, para se ter uma idéia, esse 7" possui 11 músicas e pouco mais de 5 minutos, enquanto o álbum ao todo possui 48 músicas em 51 minutos, não muito rápido né?
Tracklist:
S/T 7"
Skin Rape
Scum Human
World Of Difference
Modern Moses
Guinea Piglet Alone
Community Slugs
Jugular Scars
Live At The Country Club 4/89
For Tomorrows Sake
In The Name Of Stupidity
Modern Moses
Common Senseless 7"
For Tomorrows Sake
Saying Uncle
A Mothers Crime
Community Slugs
In The Name Of Stupidity
Farmer Hitler John
World Of Difference
Open Face Down
Live At Spanky's 6/90
A Mothers Crime
Community Slugs
Guinea Piglet Alone
World Of Difference
Skin Rape
Open Face Down
Jugular Scars
Live On "Full Throated Ordeal" KXLU 88.9 FM 3/93
Dead Stare For Life
Past Tense
Sarcastics
Distant
Hurt
Hacked To Chunks
Lament
Soiled By Hate
Downsided
Push Down And Turn
Curtains
Unreleased Track
Life
Downsided 7"
Dead Stare For Life
Past Tense
Sarcastics
Distant
Hurt
Hacked To Chunks
Lament
Soiled By Hate
Downsided
Push Down And Turn
Curtains + Bonus Live Tracks
Download!
16 de nov. de 2011
Ternura, xReverx, Cätärro - 3 Way Split - Thrash It
Split de 3 bandas nacionais, Ternura de vitória no Espirito Santo, xReverx de Aracaju, Sergipe e o Cätarro de Mossoró, Rio Grande do Norte, todas formadas em meados dos anos de 2003/2004, a unica que permanece em atividade é o Cätarro.As 3 bandas tem em comum uma sonoridade rápida na linha de Charles Bronson, Scholastic Death, Jellyroll Rockheads, Capitalist Casualties... porem cada uma delas se destaca da outra em algumas peculiaridades...
Esse Split na minha opnião é um dos mais importantes e fudidos registros do Powerviolence nacional, a qualidade das gravações é impecavel, o Ternura manda um hardcore rápido e as letras são recheadas de criticas a cena! Dou destaque à "Todos Juntos pela Destruição do Hardcore Cristão", o xReverx (minha favorita das 3) tem um som bem peculiar, com algumas experimentações, som pra pogar e cantar junto, as letras tratam de libertação animal a relações pessoais... dou destaque ao som "La Reprise" pela experimentação, o Cätarro se destaca pelo peso e pela violencia do som e o vocal desesperado quase agoniante! Dou destaque ao som "Matadouro" e "Construção Assassina"
São três bandas realmente incriveis, que remetem a uma época muito prospera na cena Powerviolence brasileira! Deleite-se.
Tracklist:
Ternura:
Amigo Inimigo
Todos Juntos Pela Destruição Do Hardcore Cristão
Agora Que Klitske Foi Embora Só Restou Eu De Inteligente
O Piru é Meu Mas Quem Goza é Você
Verdadeiro Até o Último Acorde
xReverx:
By The Way
Vingança Do Boi
Não Quero Seu Valor
La Reprise
A Velha Estória Das Máscaras
Cätarro:
Construção Assassina
Já Matei, Vou Matar
Padre Picareta
Invoquei o Belzebu
Matadouro [Cagada]
Download!
Pissed Happy Children - Pissed Playground
O Pissed Happy Children, juntamente com o Infest, foi uma importante banda na "formulação" do powerviolence ainda no final dos anos 80; a banda tinha como integrantes Eric Wood, Joel Connell (que alguns anos depois formariam o Neanderthal e o Man Is The Bastard) e seu irmão Shawn Connell. E apesar dessa capa um tanto quanto exdrúxula, recomendo que ouçam esse álbum pois a banda realmente vale a pena, às vezes lembrando um pouco a sonoridade do Man Is The Bastard em algumas músicas, com partes instrumentais muito boas, principalmente na "cozinha" baixo/bateria.
Impossível ouvir esse play também sem lembrar do Spazz, com certeza o Pissed Happy Children foi uma das principais influências dos caras, tanto no som quanto no uso das vinhetas, inclusive acho que o Pissed Happy Children deve ter sido uma das primeiras bandas da época a usar vinhetas de filmes e programas de televisão nas músicas.
A banda teve curta duração (entre 1988 e 1989), lançando apenas um 7", um 12" (este que estou postando) e um split "pirata" ao vivo com o Infest (que foi relançado oficialmente no ano 2000 pela Slap-a-Ham Records), em um futuro não muito distante irei postar os outros materiais deles. Enfim, realmente vale a pena pegar esse álbum, tanto pelo "valor histórico" da banda quanto pela curiosidade, afinal, dois dos membros da banda viriam a formar bandas mais do que importantes para o powerviolence; e antes que eu me esqueça, o play já começa logo de cara com um cover do Negative Approach, precisa falar mais nada né?
Tracklist:
Ready To Fight
Seizure At The Circus
Cup O' Java (Instrumental)
School Patrol (National Safety Council)
Rude Ralph (Instrumental)
Bombs Away
Smeer The Queer
Jelly Roll Jamboree (Instrumental)
Pissed Playground
Pit Of Freaks
Moron League
Pop! Goes The Weasel (Instrumental)
Avenging Grandmother (Instrumental)
Use Prisoners
Mr. Magoo's Revenge
Never Fair
Vampires
The Crane
Vigilante
Gravel Truck
Dead Pig
Graveyard At Sea
Never Fair
No Gain No Pain
Download!
Impossível ouvir esse play também sem lembrar do Spazz, com certeza o Pissed Happy Children foi uma das principais influências dos caras, tanto no som quanto no uso das vinhetas, inclusive acho que o Pissed Happy Children deve ter sido uma das primeiras bandas da época a usar vinhetas de filmes e programas de televisão nas músicas.
A banda teve curta duração (entre 1988 e 1989), lançando apenas um 7", um 12" (este que estou postando) e um split "pirata" ao vivo com o Infest (que foi relançado oficialmente no ano 2000 pela Slap-a-Ham Records), em um futuro não muito distante irei postar os outros materiais deles. Enfim, realmente vale a pena pegar esse álbum, tanto pelo "valor histórico" da banda quanto pela curiosidade, afinal, dois dos membros da banda viriam a formar bandas mais do que importantes para o powerviolence; e antes que eu me esqueça, o play já começa logo de cara com um cover do Negative Approach, precisa falar mais nada né?
Tracklist:
Ready To Fight
Seizure At The Circus
Cup O' Java (Instrumental)
School Patrol (National Safety Council)
Rude Ralph (Instrumental)
Bombs Away
Smeer The Queer
Jelly Roll Jamboree (Instrumental)
Pissed Playground
Pit Of Freaks
Moron League
Pop! Goes The Weasel (Instrumental)
Avenging Grandmother (Instrumental)
Use Prisoners
Mr. Magoo's Revenge
Never Fair
Vampires
The Crane
Vigilante
Gravel Truck
Dead Pig
Graveyard At Sea
Never Fair
No Gain No Pain
Download!
Assinar:
Postagens (Atom)












